Taylor deslizou os lábios pelos dela num beijo profundo, sua língua invadiu sua boca com voracidade. Lila gemeu contra o beijo, agarrando-o pelos ombros, sentindo cada músculo firme sob os dedos.
As mãos dele desceram pela lateral do corpo dela, firmes, decididas, até encontrarem sua intimidade molhada. Sem hesitar, ele tocou o local devagar fazendo Lila arquear o corpo e gemer alto.
— Cowboy… — ela sussurrou, arfando. — O que você vai fazer comigo?
Taylor rosnou baixo, com a voz rouca de desejo.
— Tudo. — E pressionou o corpo contra o dela, deixando claro o quanto a queria.
Quando ele se posicionou entre suas pernas, Lila arqueou as costas, e seus seios roçaram no peito nu dele, esse simples contato foi suficiente para arrancar um gemido faminto de ambos. Taylor a penetrou devagar no início, como se quisesse saborear cada segundo. O corpo dela o recebeu quente, apertado, fazendo-o soltar um palavrão abafado contra sua boca.
— Por Deus, Lila… você é um vício. — murmurou, enterrando-se mais fundo.
Ela agarrou seus cabelos, puxando-o para um beijo desajeitado, faminto.
— Mais forte, Taylor… não se contenha.
Ele obedeceu. O ritmo mudou, as estocadas tornaram-se firmes, intensas, arrancando gemidos altos dela. O som da pele contra a pele enchia o quarto, misturado às respirações descompassadas e ao ranger da cama.
Lila se contorcia sob ele, cada movimento a fazia perder o fôlego. As mãos de Taylor percorriam seu corpo sem descanso, ora apertando sua cintura, ora subindo para os seios, massageando-os com luxúria, seus polegares brincavam com os mamilos já rijos. Ela gritava o nome dele, entregue, provocando-o ainda mais.
— Você é minha, Montgomery… — ele sussurrou contra o ouvido dela, acelerando as estocadas. — Só minha.
— Sempre… — ela arfou, fechando as pernas ao redor da cintura dele, prendendo-o mais fundo dentro de si.
Taylor gemeu alto, sentindo o corpo dela pulsar ao redor dele. As investidas tornaram-se mais rápidas, urgentes, como se ele quisesse marcá-la por dentro. Lila se desfazia embaixo dele, gemendo sem pudor, enquanto suas unhas arranhavam suas costas e deixando rastros vermelhos.
O prazer explodiu nela primeiro, um grito rouco escapou de sua garganta enquanto o corpo inteiro tremeu, contraindo-se em torno dele. Taylor a seguiu logo depois, enterrando-se até o limite e se desfazendo junto dela num gemido grave, intenso, abafado contra sua pele.
Por alguns instantes, só havia silêncio e respirações descompassadas. Ele permaneceu dentro dela, controlando o peso do seu corpo para não machucá-la.
O quarto ainda exalava o cheiro do prazer dos dois, quando Taylor se ergueu devagar, se retirando com cuidado de dentro dela. Lila, ainda ofegante, estava estirada nos lençóis, com os cabelos bagunçados emoldurando o rosto corado, e o corpo ainda trêmulo.
Ele a observou por um instante, com aquele sorriso predador, curvando-lhe os lábios. Com a ponta dos dedos, acariciou-lhe a coxa, subindo lentamente, até apertá-la com força.
— Você acha que já acabou, Montgomery? — murmurou, com a voz grave, arrastada pelo desejo que ainda pulsava nele.
Lila mordeu o lábio inferior, atrevendo-se a encará-lo.
— Não vai me dizer que o cowboy tá cansado…
Taylor rosnou baixo, inclinando-se para capturar sua boca num beijo profundo, e em seguida virou-a com firmeza de bruços sobre a cama. Lila arfou, surpresa, mas o sorriso malicioso não abandonou seu rosto. Ele a segurou pela cintura, erguendo-a para que ficasse de joelhos, com o corpo curvado contra os travesseiros.
— Quero você assim. — sussurrou, deslizando as mãos grandes pelas costas dela, descendo até o quadril. — Aberta pra mim.
Um arrepio percorreu a espinha de Lila. Ela apoiou os cotovelos no colchão e arqueou as costas, empinando o quadril em pura provocação.
— E se eu disser que não?
Taylor inclinou-se sobre ela, o ar quente de sua boca tocou a nuca de Lila a fazendo ofegar.
— Então eu vou te fazer dizer sim com cada gemido.
Antes que ela pudesse retrucar, ele a penetrou de uma vez, arrancando-lhe um grito abafado contra os lençóis. Lila agarrou o tecido com força, arqueando o corpo inteiro para recebê-lo.
— Ah, Taylor… — gemeu, com a voz falhando.
Ele segurava firmemente sua cintura, os movimentos do quadril eram intensos, profundos, cada estocada ecoava pelo quarto com o som úmido e o ranger da cama. O corpo de Lila se rendia completamente, e mesmo quando tentava se controlar, os gemidos escapavam altos, desesperados.
— Assumindo o controle… cowboy. — sussurrou provocante.
Antes que ele pudesse responder, Lila desceu o quadril devagar, encaixando-o dentro de si novamente. O gemido que escapou de ambos foi quase simultâneo, profundo, carregado de prazer. Taylor jogou a cabeça para trás, fechou os olhos e suas mãos seguraram firme a cintura dela como se precisasse se manter ancorado à realidade.
— Porra, Lila… — rosnou, sentindo-se enterrado dentro dela.
Ela começou a se mover num ritmo lento, provocador, rebolando sobre ele, cada movimento era calculado para enlouquecê-lo. Os cabelos caíam em cascata sobre os ombros, os seios balançando a cada investida. Taylor, com os olhos fixos nela, parecia hipnotizado.
— Gosta de me ver assim? — ela provocou, mordendo o lábio inferior enquanto acelerava os movimentos, descendo com mais força sobre ele. — Deixando você sem controle?
Ele gemeu alto, e subiu as mão para agarrar os seios dela, apertando-os com luxúria.
— Você vai me matar, mulher… — a voz dele era um misto de prazer e desespero.
Lila arqueou o corpo para trás, apoiando as mãos no peito dele, cavalgando-o mais rápido, sentindo o prazer subir em ondas incontroláveis. Os gemidos escapavam livres, preenchendo o quarto, enquanto Taylor a puxava ainda mais contra si, subindo o quadril para encontrar o dela a cada descida dela.
— Mais forte, cowboy… — ela suplicou entre gemidos. — Me mostra que eu sou só sua.
Taylor obedeceu. Ergueu-se também, prendendo-a contra o corpo, enquanto sua boca devorava o pescoço dela, e os dois se moviam juntos, frenéticos. O prazer explodiu em ambos quase ao mesmo tempo, Lila gritou o nome dele, enquanto seu corpo inteiro tremia, e ele a segurava firme, gemendo rouco contra sua pele.
O orgasmo foi tão intenso que ela quase desabou sobre ele, mas Taylor a envolveu nos braços, mantendo-a no colo, ainda conectado, ainda ofegante.
Por alguns segundos, só havia silêncio, os dois colados, suados, exaustos e saciados. Até que Lila riu baixinho, mordendo o lábio.
— Acho que agora… você perdeu mesmo o controle.
Ele gargalhou alto e ergueu o rosto encarando-a com os olhos azuis faiscando, e beijou-a com delicadeza.
— E eu vou perder quantas vezes você quiser.

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