Antes que Lila pudesse reagir, ele segurou o tecido rendado entre os dedos e, com um único movimento firme, rasgou a peça, como se nada pudesse se interpor entre eles. O som seco do tecido se partindo encheu o ar, arrancando-lhe o fôlego.
— Taylor! — Lila gritou, entre surpresa e prazer.
As pernas de Lila enfraqueceram, e Taylor precisou segurar firme em suas coxas, erguendo-a contra a porta com a força bruta que só ele parecia ter. O corpo dela tremeu, a respiração curta, o coração disparado.
Com um movimento lento, calculado, ele levou a mão até o próprio cós da calça. O som metálico do cinto sendo solto ecoou baixo, misturado à respiração acelerada dos dois. Seus olhos nunca deixaram os dela, queimando de desejo, como se quisesse que Lila assistisse a cada detalhe.
Devagar, ele abriu o botão e puxou o zíper, revelando aos poucos o volume que já pulsava sob o tecido. A tensão no ar aumentava a cada centímetro, como se o mundo tivesse parado só para aquele instante. Quando finalmente deslizou a calça para baixo, o membro grande e ereto saltou livre, latejante, expondo-se completamente diante dela.
Os olhos de Lila se arregalaram, o rosto corando, e um suspiro escapou de sua boca entreaberta. Taylor sorriu de lado, um sorriso carregado de pura arrogância e desejo, inclinando-se para roçar os lábios na orelha dela.
— Olha o que você faz comigo, Montgomery… — sussurrou, a voz rouca, vibrando contra sua pele sensível.
Ela mordeu o lábio inferior, incapaz de responder, mas o olhar denunciava tudo: excitação, entrega, a completa falta de controle que só ele conseguia arrancar dela.
Taylor ajustou-a melhor em seus braços, pressionando o corpo dela contra a porta com firmeza, de forma que a ponta rígida roçasse contra a entrada úmida dela, arrancando-lhe um gemido agudo.
— Maldição… — ele murmurou entre dentes, o maxilar travado, lutando para não perder a razão. — Você não faz ideia do quanto eu preciso de você agora.
O contato da glande roçando contra a entrada quente e úmida de Lila fez o corpo dela estremecer inteiro. A respiração dela falhou, um gemido suave escapando como súplica involuntária. Taylor fechou os olhos por um segundo, como se precisasse de força para se controlar, mas quando voltou a fitá-la, o olhar era puro fogo.
Segurou-a com ainda mais firmeza, as mãos fortes em suas coxas, erguendo-a e posicionando-a exatamente onde queria. O corpo de Lila se arqueou instintivamente, buscando-o, incapaz de suportar mais provocação.
— Pronta pra mim, Montgomery? — ele murmurou, a voz grave e rouca, roçando os lábios na boca entreaberta dela.
Ela apenas assentiu, mordendo o lábio inferior, o coração batendo descompassado, as unhas cravadas nos ombros dele como se temesse se desfazer a qualquer segundo.
Num único movimento firme, Taylor empurrou-se para dentro dela, rompendo toda a espera. O ar saiu do peito de Lila em um gemido alto, entre prazer e surpresa, as costas batendo contra a porta com força.
O encaixe foi profundo, intenso, roubando-lhe o fôlego. Ela ofegou, fechando os olhos e sentindo-se completamente tomada. Taylor trincou o maxilar, e um palavrão baixo escapou de seus lábios, enquanto tentava manter o controle.
Ele mordeu o maxilar, sentindo o suor escorrer pela têmpora, e o olhar ficava cada vez mais turvo e selvagem. Aproximou a boca do ouvido dela, arfando, com a voz grave como um trovão:
— Então goza princesa… agora.
O impacto das palavras foi o estopim. O corpo de Lila arqueou em espasmos, e um gemido agudo escapou de sua garganta enquanto o prazer a atravessava violento e devastador. Seus músculos se contraíram ao redor dele, arrastando Taylor junto para o abismo.
Ele enterrou-se fundo uma última vez, segurando-a com brutal intensidade, e então deixou-se levar, com um rugido grave ecoando contra o pescoço dela enquanto o corpo inteiro tremia na explosão do clímax.
Por alguns segundos, tudo que restou foi o som de suas respirações entrecortadas, os corações batendo em um compasso frenético. Lila ainda tremia, sustentada apenas pelos braços dele, com a testa colada à dele, e os lábios entreabertos tentando recuperar o ar.
Taylor, ainda dentro dela, sorriu ofegante, e abriu os olhos encarando Lila intensamente.
—Você é viciante, Montgomery…
Lila, vermelha e sem fôlego, apenas fechou os olhos, sentindo o peito arder em um misto de vergonha, prazer e amor.

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