Taylor não deu trégua. A mão que antes brincava no ventre de Lila foi descendo até alcançar a barra da calça justa que ela usava. Com um movimento firme, abriu o botão, deslizando os dedos por dentro do tecido.
— Taylor… — ela arfou, sentindo o corpo todo arrepiar.
Ele sorriu contra o pescoço dela, roçando seus lábios sobre a pele úmida.
— Shhh… deixa eu cuidar de você.
Os dedos fortes encontraram o calor íntimo dela, já úmido de desejo, e um gemido agudo escapou de seus lábios sem que conseguisse conter.
— Tão molhadinha, minha princesa… — murmurou, com a voz carregada de luxúria e orgulho. — Só de sentir o meu toque, você já fica pronta pra mim.
Lila estremeceu, agarrando-se à sela com uma das mãos, enquanto a outra buscava apoio no braço dele. Os dedos a acariciavam em movimentos lentos, torturantes, arrancando-lhe suspiros cada vez mais descontrolados.
— Ah, Taylor… — gemeu, arqueando o corpo contra o dele.
Ele riu baixo, satisfeito com o efeito que causava.
— Isso, geme pra mim princesa… deixa o campo inteiro saber que você é minha.
Cada carícia a fazia estremecer mais, a respiração acelerada se misturando ao som dos cascos de Diablo que ainda se movia sob o comando firme do braço livre de Taylor. O cavalo, obediente, começou a seguir em direção ao estábulo, enquanto o cowboy mantinha a noiva presa contra si, brincando com o prazer dela como se tivesse todo o tempo do mundo.
O contraste entre a força do animal e a intimidade arrebatadora no colo de Taylor fazia o corpo de Lila ferver. Ela já não tinha controle de nada: apenas gemia, perdida no toque dele, entregue ao desejo que a consumia sem piedade.
Diablo parou em frente ao estábulo, bufando forte, enquanto Taylor puxava as rédeas com firmeza. O cowboy respirava fundo, ainda sentindo o corpo de Lila tremer em seu colo.
— Chega de torturar você aqui em cima… — murmurou contra a orelha dela, com a voz baixa e carregada de desejo.
Num movimento ágil, ele desmontou primeiro. Os pés firmes tocaram a terra batida, e o som das esporas ecoou pelo espaço silencioso. Lila o observava de cima do cavalo, com o coração disparado, sem saber se conseguia mover as pernas depois do que havia acabado de sentir.
— Vem cá, Montgomery. — Taylor estendeu as mãos para ela.
Antes que pudesse protestar, ele a puxou para baixo com facilidade. O corpo leve dela caiu contra o dele, e por um instante Lila apenas fechou os olhos, respirando o cheiro de couro, suor e desejo que parecia emanar dele.
Mas Taylor não lhe deu tempo para se recompor. Segurou firme em sua cintura e, num gesto brusco, empurrou-a contra a porta de madeira do estábulo. O som seco do impacto fez o coração dela pular na boca.
— Taylor! — ela arfou, surpresa.
— Eu disse que ia te mostrar o quanto você me deixa acordado… — murmurou, deslizando a mão pela curva da cintura dela até alcançar a calça semiaberta.
Lila arfou alto quando os dedos dele voltaram a invadir sua intimidade, agora sem pressa, explorando-a de forma possessiva. A umidade que encontrou arrancou-lhe um gemido que ecoou pelo estábulo vazio.
— Tão molhadinha, minha princesa… — provocou, roçando os lábios no queixo dela. — Quer gozar gostoso, quer?
Taylor se ajoelhou diante dela, com os olhos azuis já pesados de desejo. Suas mãos firmes deslizaram pela lateral das coxas de Lila até alcançar o cós da calça justa. Devagar, quase em provocação, ele a desabotoou e começou a puxar o tecido para baixo, centímetro por centímetro, como se quisesse saborear cada segundo daquela entrega.
Quando finalmente revelou a calcinha minúscula que mal cobria a pele delicada dela, seu olhar escureceu de imediato. O maxilar se contraiu e um palavrão baixo escapou de seus lábios, rouco e carregado de fome.
— Porra... — murmurou, quase num grunhido, com a voz grave reverberando contra a pele dela.
O maxilar dele ainda estava tenso, o olhar incendiado pela visão que acabara de ter. A respiração saiu pesada contra a pele dela, quente e urgente, como se fosse impossível segurar o que vinha a seguir. Os dedos deslizaram pelo tecido mínimo, e um sorriso perigoso curvou seus lábios, prometendo um turbilhão que ela não sabia se teria forças para suportar.
Ela sentiu o corpo estremecer, o ar rarefeito, como se estivesse à beira de um precipício — e no fundo, talvez já tivesse decidido se lançar.
O que ele faria em seguida?

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