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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 169

O sol da manhã atravessava as cortinas do quarto em feixes dourados, invadindo o espaço com uma claridade teimosa. O quarto ainda cheirava a sexo, suor e perfume adocicado, lembranças vívidas da noite que tinham vivido. Lila gemeu baixinho, rolando de um lado para o outro, enterrando o rosto no travesseiro como se pudesse expulsar a claridade só com a força da vontade.

O gosto amargo da tequila ainda colava em sua boca, e a pulsação latejante em sua têmpora lembrava cada gole maldito que tinha insistido em beber. A cabeça parecia prestes a explodir, cada batida do coração ecoando como um tambor.

— Ai, minha cabeça… — murmurou, fazendo um bico enorme, uma verdadeira princesa de ressaca.

Do banheiro, o som da água do chuveiro preenchia o ambiente. Taylor já estava de pé, cumprindo sua rotina disciplinada. Ele sempre acordava cedo, não importava o quanto a noite tivesse sido longa ou intensa. Um traço que irritava e fascinava Lila na mesma medida: enquanto ela queria se enterrar nos lençóis e esquecer o mundo, ele parecia pronto para enfrentar o rancho, os negócios e até a eternidade, se fosse preciso.

Logo, a porta do banheiro se abriu e uma nuvem de vapor escapou, carregando consigo o cheiro de sabonete masculino. Taylor surgiu emoldurado pela fumaça, apenas com a toalha enrolada na cintura. O cabelo molhado pingava em gotas que deslizavam pelo peito firme, pelo abdômen marcado, até sumirem na linha da toalha.

Lila, mesmo com dor de cabeça, não resistiu. Seus olhos semicerrados se abriram devagar, e ela o seguiu com o olhar descarado, de cima a baixo, como se fosse uma pintura viva feita só para ela.

— Nossa Senhora… — suspirou baixinho, mordendo o lábio. — Como você consegue ser tão… gostoso logo de manhã?

Taylor percebeu, claro. O riso rouco escapou de sua garganta quando ele notou o olhar lascivo dela, mesmo na condição deplorável em que estava.

— Bom dia, princesa. — disse em tom divertido. — Parece que alguém não aguentou a farra de ontem.

Lila virou o rosto para encará-lo, dramatizando ainda mais a situação. A mão foi à testa, e o beiço projetado a deixava parecendo uma criança mimada.

— Minha cabeça está me matando, cowboy… eu vou morrer. — suspirou, exagerada, só para arrancar reação dele.

Taylor arqueou uma sobrancelha, se aproximando da cama com passos lentos, o corpo molhado ainda brilhando. Apoiou-se na cabeceira, observando cada detalhe dela, como se Lila fosse um misto de problema e tentação.

— Eu avisei que era melhor parar na terceira dose. — lembrou, afastando uma mecha rebelde de cabelo da testa dela com um gesto delicado. — Mas você não ouve. É teimosa.

— Eu não sou teimosa… — resmungou, enterrando o rosto no travesseiro. — Eu só queria me divertir.

— É teimosa sim. — ele insistiu, a voz baixa, quase rindo. — A teimosa mais linda que existe.

Ela riu baixinho, mesmo com dor, e estendeu a mão na direção dele, puxando-o pela toalha de propósito. Os olhos dela faiscavam, mesmo semicerrados, cheios de provocação.

— Vem cá, deixa eu te secar… — murmurou, passando a mão lenta pelo peitoral dele, espalhando as gotinhas de água. A ponta dos dedos desceu pelo abdômen até roçar perigosamente perto da toalha. — Já que eu vou morrer, pelo menos eu me despeço em grande estilo.

Taylor riu, rouco, balançando a cabeça.

— Minha princesa safadinha. Tá aí, de ressaca, e ainda me olha como se fosse me devorar.

— Mas é claro! — ela respondeu, com a voz manhosa, e o sorriso safado. — Você tá aí todo molhado, gostoso se exibindo… e eu aqui sofrendo. O mínimo que pode fazer é me deixar secar você.

Ela pegou a toalha que ainda estava em sua cintura e a puxou um pouco, apenas para provocar. Ele segurou o tecido no último instante, o olhar azul faiscando de divertimento e aviso.

— Cuidado, princesa. Esse joguinho pode custar caro.

— Eu já tô morrendo mesmo… — ela disse, fazendo drama, levando a mão à testa de novo. — Preciso de carinho, cowboy. Muito carinho.

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