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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 199

A manhã já estava alta, e a cozinha da fazenda Sun Valley parecia viva, um cenário de cores, cheiros e risadas. O aroma do café recém-passado se misturava ao do bolo de fubá, do pão de milho quente e do doce de leite ainda morno sobre a mesa. Pelas janelas abertas, o vento trazia o som dos galos, o mugido distante do gado e o canto alegre dos passarinhos. Era um daqueles dias em que a fazenda parecia respirar em paz até que Taylor Remington resolveu quebrar essa calmaria.

Ele estava sentado na ponta da mesa, o chapéu jogado de leve sobre o joelho, observando Lila com aquele sorriso preguiçoso que anunciava confusão. O olhar azul, profundo, parecia medir cada gesto dela. E Lila, por mais que tentasse se concentrar no prato à frente, estava visivelmente inquieta.

Ela fingia não notar a atenção dele, mas o brilho nos olhos e o sorriso nos lábios denunciavam que o jogo estava longe de acabar. O jeito que passava a língua nos lábios, distraída, o modo como ajeitava o cabelo caído sobre o ombro… tudo era uma provocação involuntária e ele, claro, adorava.

Taylor se levantou devagar, o som das botas ecoando suave contra o assoalho de madeira. A luz que entrava pela janela refletia na fivela prateada do cinto, e o movimento do corpo dele tinha aquela calma perigosa, típica de quem sabe o efeito que causa.

— Sabe, princesa… — disse, ajeitando o chapéu e dando um passo à frente, com a voz baixa e rouca, como se contasse um segredo. — Você fala demais pra quem acabou de me provocar desse jeito.

Lila piscou, surpresa, sentindo o sangue subir ao rosto.

— Eu? — retrucou, recuando um passo, rindo nervosa. — Eu não provoquei nada!

O sorriso dele se alargou, travesso. Taylor inclinou levemente o corpo, apoiando as mãos na beira da mesa, com o olhar prendendo o dela como um laço.

— Ah, não? — murmurou, e o tom da voz dele era puro desafio, grave e aveludado. — Então por que é que eu tô com vontade de te carregar daqui agora mesmo?

Lila arregalou os olhos.

— Taylor, nem pensa nisso. Tá todo mundo olhando…

Ele deu mais um passo, sem se importar com ninguém ao redor.

— Que olhem.

Maria parou de mexer a panela, Catarina abriu um sorriso cúmplice e Maurício se endireitou na cadeira, como quem pressente confusão.

Antes que ela pudesse reagir, Taylor avançou um passo rápido, segurando Lila pela cintura. O toque foi firme, decidido, e antes mesmo que ela soltasse um protesto, ele a ergueu nos braços com facilidade, como se ela não pesasse mais que uma pena.

— Taylor! — Lila gritou, entre risos e protestos, o som misturado ao barulho das cadeiras arrastando. As pernas se dobraram instintivamente, e os braços se enroscaram no pescoço dele. — Me põe no chão agora!

Ele fingiu pensar, com o sorriso malandro surgindo.

— No chão? — repetiu, apertando-a um pouco mais contra o peito. — Ah, não. No chão não. Eu tô levando o meu café da manhã preferido pra outro lugar.

Lila riu alto, o som cristalino enchendo a cozinha.

— Você é louco!

— Louco por você, princesa. — respondeu ele, piscando.

A frase simples bastou para arrancar suspiros e gargalhadas de quem assistia. Maria levou a mão ao peito, entre o susto e a ternura.

— Misericórdia… esse homem é uma desgraça com chapéu. — murmurou, com os olhos marejados de emoção e riso.

Catarina já gargalhava, segurando-se na bancada.

— Vai, irmão! Mostra pra ela quem manda!

Maurício, por sua vez, olhava a cena sem saber se ria ou se mantinha a compostura.

— Gente… vocês não vão parar ele, não?

— Parar? — respondeu Catarina, ainda rindo, limpando as lágrimas que já escorriam dos cantos dos olhos. — Nem se a gente quisesse! Quando o Taylor cisma… só Deus interfere.

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