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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 200

O riso de Lila ainda ecoava pela varanda quando Taylor, com ela nos braços, atravessou o alpendre banhado de luz dourada. O sol da manhã incendiava os cabelos dela, transformando cada mecha num fio de fogo. O coração do cowboy batia no mesmo compasso do dela, apressado, intenso, cheio de algo que os dois fingiam controlar, mas nunca conseguiam.

Ele não dizia nada. Apenas sorria, aquele sorriso torto e perigoso, com o olhar firme que prometia confusão e prazer na mesma medida.

Em poucos passos, deixou para trás a casa, a varanda e as vozes que ainda soavam distantes. O vento carregava o perfume doce de capim e o cheiro de terra úmida, e Lila se agarrava ao pescoço dele, sentindo o calor da pele, o toque da barba por fazer, arranhava de leve o rosto dela.

— Taylor… o que é que você vai aprontar agora? — perguntou, rindo, a voz embargada pelo arrepio.

— Só cumprir uma promessa, princesa. — respondeu ele, rouco, piscando devagar.

Diablo relinchou, inquieto, como se entendesse o plano do dono. Taylor montou o cavalo com Lila nos braços, e num só movimento, partiu pela trilha de terra.

O vento os envolveu, brincando com o chapéu dele, desmanchando os cabelos dela. O sol atravessava as copas das árvores, lançando feixes dourados que dançavam sobre os corpos próximos demais. Lila estava colada ao peito dele, o tecido da camisa aberta grudando na pele úmida, o cheiro de couro e suor se misturando ao da respiração acelerada.

Cada passo do cavalo parecia o prelúdio de algo maior, uma batida compassada entre o som dos cascos e os corações descompassados.

Quando chegaram ao riacho, o som da água dominou o silêncio. Corria cristalina, refletindo o céu como um espelho quebrado em mil pedacinhos de luz. O ar tinha cheiro de liberdade e de promessa.

Taylor desmontou primeiro, os músculos do braço retesando quando segurou Lila pela cintura para ajudá-la a descer. O toque dele foi firme, mas demorou mais do que o necessário. As mãos quentes ficaram ali, moldando o corpo dela como se não quisessem soltar.

— Acha que me trouxe aqui pra pescar, cowboy? — ela provocou, com um sorriso atrevido que escondia o coração disparado.

Ele pousou o chapéu sobre uma pedra, deu um passo à frente e respondeu com aquele olhar que a desarmava:

— Eu não trouxe vara de pescar… — a voz dele saiu rouca, quase um sussurro. — Mas trouxe vontade.

— Vontade de quê? — perguntou ela, arqueando a sobrancelha.

— De você, princesa. Só de você.

O silêncio entre os dois ficou denso, elétrico. O som do riacho virou trilha do que não precisava ser dito.

Taylor se aproximou devagar, e o ar entre eles pareceu desaparecer. O corpo dele se colou ao dela, e o calor dos dois se misturou ao frescor da brisa. As mãos grandes subiram pelas costas de Lila, desenhando caminhos invisíveis até encontrarem o fecho do vestido.

Ela respirou fundo.

Os dedos dele, firmes e pacientes, desfizeram o laço, e o tecido deslizou devagar pelos ombros nus, como se o próprio vento tivesse sido cúmplice. O olhar de Taylor não desviou um segundo sequer, acompanhava cada centímetro revelado, o brilho da pele dourada sob o sol, o arrepio que denunciava o desejo dela.

Lila, por sua vez, não recuou. Os olhos azuis buscaram os dele, e com um movimento lento, começou a desabotoar a camisa dele. Cada botão aberto era uma confissão muda. O peito largo foi sendo exposto, e o cheiro dele invadiu o ar.

Quando ela deslizou as mãos pelo abdômen dele, fazendo o corpo de Taylor reagir com um tremor involuntário.

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