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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 207

O relógio marcava nove da manhã quando o motor do carro de Catarina Remington Miller rugiu pela estrada de terra que levava à cidade. O sol começava a esquentar o horizonte, e o vento seco do interior atravessava as janelas abertas, levantando o pó e espalhando o cheiro da fazenda que ficava para trás.

Lila, estava sentada no banco do passageiro e tentava parecer tranquila, mas a cada curva a perna dela balançava impaciente. Vestia um short jeans curto, que deixava as pernas douradas à mostra, uma camisa branca de botões amarrada na cintura, o nó frouxo revelando um toque de pele e um par de botas marrons que batiam ritmadas contra o assoalho do carro. O cabelo, solto e rebelde, voava com o vento, e os óculos escuros escondiam parte da ansiedade que lhe tomava o rosto.

Catarina, ao volante, estava mais leve que nunca. Parecia se divertir com a situação, talvez até mais do que devia. O sorriso dela tinha um brilho de quem cheirava um segredo no ar.

— Tá nervosa, cunhadinha? — provocou, sem olhar, mas com o canto da boca arqueado. — Desde que saímos da fazenda, você tá mais inquieta que potro em cerca nova.

— Um pouco… — respondeu Lila, mexendo nas pontas do cabelo. — Eu só quero ter certeza, sabe?

— Claro que sim — Catarina disse, ajeitando o chapéu no painel do carro. — Mas relaxa, vai dar tudo certo. E, aliás… você tá linda. Aposto que até a médica vai te elogiar.

Lila riu nervosa.

— Ai, Cat, para… — murmurou, revirando os olhos. — Eu me sinto mais nervosa do que bonita.

— Nervosa por quê? — perguntou a outra, apertando o volante com as unhas pintadas de vermelho. — Tá com medo da agulha ou do resultado?

Lila ficou vermelha na hora, as bochechas coradas como se o sol tivesse se concentrado nelas.

— Dos dois, talvez! — confessou, levando as mãos ao rosto.

Catarina gargalhou, e o som de sua voz ecoou alto dentro do carro.

— Ah, meu Deus, eu só quero ver a cara do meu irmão quando souber. Aquele homem vai surtar bonito! E os meus pais? E minha avó? Meu Deus vai ser demais!

— Não fala isso! — Lila exclamou, arregalando os olhos, mas o riso escapou mesmo assim. — Ele vai… sei lá… ficar em choque!

— Em choque? — Catarina fingiu refletir, apoiando o queixo na mão, teatral. — Não, não… o Taylor é mais dramático que isso. Eu aposto que ele vai cair de joelhos, beijar sua barriga e prometer erguer uma casa nova só pra vocês três. — Ela fez uma pausa e completou, rindo. — Com varanda, berço de madeira, e espaço pro cavalo dormir na sala se for preciso.

— Cat! — Lila tentou parecer séria, mas o sorriso a entregava. — Você tem uma imaginação perigosa, sabia?

— Não é imaginação, é instinto de irmã. — Catarina piscou. — Eu conheço o jeito que aquele cowboy te olha. Se for mesmo o que eu tô pensando, ele vai derreter feito manteiga no sol.

Lila suspirou, ajeitando o nó da camisa.

— Ou virar um furacão, dependendo de como eu contar.

Catarina abriu um sorriso cheio de dentes.

— Aí é que tá o detalhe! Vai contar antes ou depois de ele tentar te arrastar pra cama de novo?

Lila tapou o rosto com as duas mãos, sentindo o rubor tomar conta do pescoço, agora vermelho como pimenta.

— Catarina! Pelo amor de Deus!

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