Entrar Via

Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 206

O sol ainda mal havia tocado o horizonte quando o canto dos galos ecoou pelo vale, quebrando o silêncio preguiçoso da fazenda. O ar fresco da manhã entrava pela janela entreaberta, trazendo consigo o perfume da terra úmida, o som distante dos cavalos no estábulo e o farfalhar das árvores embaladas pela brisa. Era o tipo de manhã que Taylor Remington amava e, ainda assim, ele não conseguia desviar os olhos do que havia de mais bonito naquele quarto.

Lila.

Ela dormia de lado, envolta no lençol de algodão, usando apenas uma das camisas dele, uma azul-clara, larga o suficiente para deixar à mostra um ombro e parte da coxa. Os botões do meio estavam abertos, e o tecido, amarrotado, guardava o perfume misturado dos dois. O cabelo dela se espalhava pelo travesseiro como fios de mel, e cada respiração suave parecia sincronizar o ar do quarto.

Taylor sorriu, encantado.

O tipo de sorriso que um homem só dá quando a vida, por algum milagre, parece exatamente no lugar certo.

Ficou ali por longos minutos, só observando. O peito subindo e descendo devagar, os lábios dela ligeiramente entreabertos, a pele dourada pela luz nascente. Aquilo era poesia, mesmo que ele nunca admitisse em voz alta.

Mas o cowboy nunca foi bom em apenas olhar.

Com um movimento silencioso, ele se inclinou sobre ela, apoiando uma das mãos na cabeceira e a outra na cintura dela, sentindo o calor que vinha da pele sob a camisa dele. A barba por fazer roçou o ombro nu de Lila, e o toque fez a respiração dela mudar. Ela se remexeu no travesseiro, sonolenta, murmurando algo que soou como um protesto preguiçoso.

— Taylor… — sussurrou, sem abrir os olhos, com a voz arrastada pelo sono. — Ainda tá cedo...

Ele sorriu contra a pele dela, depositando um beijo ali, depois outro, subindo até a curva do pescoço.

— Cedo pra quê? — murmurou, com a voz rouca e baixa, encostando os lábios na orelha dela. — Pra te amar?

Lila riu, sonolenta, virando um pouco o rosto.

— Você devia ter nascido poeta, não vaqueiro.

— Poeta? — Ele mordeu de leve o lóbulo da orelha dela, provocando um arrepio. — Poeta dorme até tarde. Cowboy apaixonado não dorme quando tem um anjo desses do lado.

Ela riu, tentando esconder o sorriso no travesseiro.

— Cowboy convencido.

— Cowboy completamente rendido. — corrigiu ele, com um sorriso torto.

Ela finalmente abriu os olhos. A luz suave da manhã fazia brilhar os tons mel dos cabelos dele, e o sorriso preguiçoso que ele exibia a fez suspirar.

— Você é impossível, Taylor Remington.

— E você me ama assim mesmo. — respondeu, encostando os lábios no canto da boca dela.

O beijo começou manso, quase tímido, mas logo ganhou intensidade. Lila entreabriu os lábios e o puxou pela nuca, rindo entre beijos e suspiros. Taylor se deitou parcialmente sobre ela, o peso do corpo equilibrado, o toque firme e cuidadoso. O quarto, antes silencioso, agora se enchia de risadas abafadas e respirações entrecortadas.

— Cowboy… — Lila murmurou, rindo entre um beijo e outro. — A gente vai se atrasar, e eu preciso ir à cidade com a Catarina.

— Cidade? — ele perguntou, ainda com os lábios perigosamente perto do pescoço dela. — E o que vocês vão aprontar dessa vez, hein?

Ela tentou escapar do abraço, mas Taylor a segurou pela cintura, o sorriso malicioso denunciando que a curiosidade dele tinha um quê de provocação.

— Nada demais. — respondeu Lila, desviando o olhar com falsa inocência. — Coisas de mulher.

— Coisas de mulher? — repetiu ele, encostando o queixo no ombro dela e deslizando a mão pelas costas, lento. — Isso soa suspeito, princesa.

— E você soa inconveniente, cowboy. — disse, tentando disfarçar o riso.

Taylor riu baixo, a voz grave roçando a pele dela como um arrepio.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário