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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 34

Lila Montgomery

A noite lá fora estava morna, abafada. As luzes da cidade piscavam embaçadas pelas lágrimas que eu ainda lutava para não deixar cair. Meus passos ecoavam apressados no asfalto enquanto Taylor me puxava pela mão como se eu fosse parte dele, como se meu corpo lhe pertencesse.

E talvez... pertencesse.

Saímos da boate como dois fugitivos do próprio orgulho. Os seguranças ficaram para trás, Suze me lançou um último olhar cheio de perguntas sem resposta. Mas eu não conseguia pensar.

Meu coração batia no ritmo de um alarme, meu corpo tremia. As mãos de Taylor ainda estavam quentes na minha memória. A violência dele, a fúria, o desejo contido demais para ser ignorado.

Quando nos aproximamos da caminhonete dele, parei bruscamente, sentindo a raiva ferver de novo, como lava depois de um terremoto.

Puxei o braço com força.

— Quem disse que eu vou com você?

Taylor parou virando-se devagar, como um animal prestes a avançar.

O olhar dele me queimou dos pés à cabeça. Havia tanta coisa ali: raiva, ciúmes, posse, e um desejo tão bruto que me tirou o ar. Ele caminhou em minha direção, sem dizer uma palavra. Cada passo dele me empurrava um pouco mais para trás, até que minhas costas tocaram o metal frio da caminhonete.

E então ele encostou o corpo no meu, segurando minha cintura com firmeza e empurrou, colando ainda mais nossos corpos como se quisesse fundir minha pele à dele. Arregalei os olhos, e o ar me faltou. Meu peito subia e descia, descompassado, tentando encontrar alguma lógica naquela explosão de sensações.

— Tay... — tentei dizer, mas a voz saiu falha.

Ele não deixou. A mão dele desceu até minha coxa e, num movimento firme, puxou minha perna, envolvendo-a ao redor de sua cintura como se aquilo fosse natural.

Meu corpo estremeceu por inteiro. O calor dele, a força, o cheiro… tudo era demais para mim.

— Coloque uma coisa de uma vez por todas na sua cabeça, Lila Montgomery — sussurrou contra meu ouvido, com a voz rouca, cravando cada palavra na minha carne. — Quer você queira ou não... você será minha!

E então me beijou.

Não foi um beijo suave, nem gentil. Foi faminto, furioso, voluptuoso. A boca dele dominou a minha com uma urgência avassaladora. A mão que estava na minha cintura apertava com força, como se precisasse garantir que eu não fugisse. A outra segurava meu quadril e o pressionava contra o dele.

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