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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 91

O quarto estava mergulhado em meia-luz, iluminado apenas pelos clarões esporádicos dos relâmpagos que entravam pela fresta da janela. O som da chuva seguia constante, abafando os pequenos ruídos que escapavam da cama, enquanto o silêncio entre eles ficava cada vez mais denso, carregado de tensão.

Lila ainda estava recostada contra o peito de Taylor, o coração acelerado, o corpo inteiro em alerta. Tentou controlar a respiração, mas cada vez que se lembrava do volume marcado sob o short de dormir dele, o calor subia ainda mais, queimando-lhe a pele.

Ela fechou os olhos, tentando se recompor, mas a mente insistia em reproduzir a imagem. O corpo reagia por conta própria, sem pedir permissão à razão. Com um suspiro baixo, quase imperceptível, a mão dela deslizou devagar por baixo do lençol, hesitante a princípio, até pousar sobre o abdômen firme de Taylor.

Ele respirou fundo, o peito se expandindo contra as costas dela, mas não disse nada. O braço dele, ainda envolto na cintura de Lila, apertou levemente, como se quisesse mantê-la ali, perto.

Lila hesitou por um instante, os dedos trêmulos sobre a pele quente, e então deixou a mão descer devagar, até alcançar o elástico do short de dormir. O toque foi leve, quase inocente, mas Taylor reagiu imediatamente. Um suspiro rouco escapou dos lábios dele, profundo, grave, carregado de tensão.

— Lila… — murmurou, a voz arrastada, rouca, tentando manter o controle. — Não precisa…

— Eu quero — sussurrou ela, firme, sem olhar para trás, como se a coragem viesse do desejo que pulsava forte demais para ser ignorado.

Taylor fechou os olhos por um segundo, a respiração pesada, e então relaxou contra ela, permitindo.

Lila deslizou a mão para dentro do short dele, sentindo o calor que emanava dali. Os dedos tocaram a ereção rígida e um gemido baixo, abafado, escapou da garganta dele, quase como um aviso. Taylor apertou o lençol com a mão livre, o maxilar travado, os olhos semicerrados, tentando conter o impulso de se mover contra a mão dela.

— M-meu Deus… — ele arfou, a voz mais grave, mais pesada. — Você não sabe o que tá fazendo comigo…

Lila, ainda de costas, mordeu o lábio inferior, sentindo o corpo dele estremecer contra o seu. O toque dela começou lento, suave, explorando cada reação, cada mudança na respiração dele. Taylor arqueou levemente os quadris, incapaz de controlar os movimentos, e um gemido mais profundo escapou, abafado contra o pescoço dela.

— Isso… — murmurou, a voz quase um sussurro rouco. — Continua…

Os dedos dela se ajustaram, o ritmo aumentando aos poucos, e a respiração dele se tornou irregular, quente contra a pele sensível do pescoço dela. Taylor apoiou o rosto na curva entre o ombro e o cabelo de Lila, os lábios tocando a pele dela sem pensar, e o gemido que escapou foi baixo, carregado de prazer.

— Lila… — disse entre suspiros, quase implorando. — Não para…

A cada movimento dela, o corpo dele reagia mais. Os músculos tensos do abdômen se contraíam, o peito subia e descia rápido, e os dedos cravados no lençol denunciavam o esforço que fazia para não perder o controle.

— Merda… — ele arfou, a voz rouca, quente contra a pele dela. — Você vai me deixar maluco…

Lila sentiu o corpo dele tremer levemente contra o dela, os gemidos ficando mais frequentes, mais profundos, até que Taylor agarrou o quadril dela com força, os dedos marcando a pele. Ele inclinou o rosto, pressionando a testa contra as costas dela, respirando pesado, como se estivesse lutando contra o próprio corpo.

O ritmo aumentou, e o som abafado da respiração dele misturava-se ao barulho da chuva batendo no telhado. Os músculos do corpo dele se retesaram de repente, o gemido que escapou foi grave, arrastado, incontrolável.

— Lila…! — o nome dela saiu entrecortado, como um lamento, carregado de prazer.

Ele atingiu o ápice com um gemido profundo, abafando o som contra a pele do ombro dela, os quadris pressionando instintivamente contra a mão dela. O corpo inteiro dele se contraiu, os dedos apertaram o lençol com força, até que, aos poucos, foi relaxando, deixando escapar um suspiro longo e pesado.

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