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Casamento Forçado: O Cowboy com quem me casei era Bilionário romance Capítulo 90

O som da chuva contra o telhado parecia mais distante agora. Não porque tivesse diminuído, mas porque cada batida do coração deles abafava o resto do mundo.

Lila estava agora de costas para ele e Taylor mantinha o braço em torno da cintura dela, sentindo a seda escorregar sob seus dedos. A pele dela, quente apesar do frio da noite, contrastava com o tecido gelado da camisola, e ele sabia que estava ultrapassando a linha que vinha tentando respeitar, ou, pelo menos, fingir que respeitava.

Ela sentia o peso do olhar dele mesmo na penumbra. O peito dele subia e descia devagar, mas a respiração estava carregada, densa.

— Você devia se afastar… — murmurou ela, mas não deu um único movimento para sair dos braços dele.

Ele sorriu de canto, e sussurrou com a voz baixa e rouca.

— Acho que você não quer que eu faça isso.

O dedo dele desenhou um caminho lento pela lateral do corpo dela, levantando discretamente a camisola e sentindo a pele macia e quente sobre o seu toque. Lila fechou os olhos e mordeu os lábios tentando conter o desejo, mas Taylor sorriu e logo sua mão caminhou até a base do seio, onde parou, pressionando de leve fazendo ela prender a respiração e o corpo inteiro estremecer.

— Taylor… — ela tentou advertir, mas o nome saiu como um suspiro.

— Fala, princesa… — ele provocou, aproximando o rosto até que os lábios roçassem a pele sensível do pescoço dela.

Um arrepio percorreu-lhe a espinha quando ele distribuiu beijos quentes ao longo da linha do maxilar, descendo para o ombro exposto. A mão dele, antes parada, começou a explorar com mais ousadia, contornando a lateral do seio por cima da seda, fazendo o polegar roçar devagar no tecido.

Ela se virou levemente, ficando de frente para ele, e os olhos se encontraram. Não havia mais espaço para fingir indiferença. Taylor segurou o rosto dela com uma das mãos e a beijou, não o beijo apressado do celeiro, nem o alvoroçado de logo cedo, mas um mais lento, profundo, carregado de tudo que vinha sendo reprimido.

Lila respondeu no mesmo ritmo, uma das mãos subiu para o pescoço dele, puxando-o mais para perto. A perna dela roçou na dele, e ele aproveitou para enlaçar sua coxa, aproximando ainda mais os corpos.

A mão que estava na cintura deslizou para baixo, encontrando a barra da camisola. Sem quebrar o beijo, ele deixou os dedos explorarem a pele nua da coxa, subindo devagar, até chegar à curva onde ela era mais sensível.

O toque firme e quente fez Lila arfar, quebrando o beijo por um instante para buscar ar. Taylor aproveitou para observar a expressão dela, os olhos semicerrados, os lábios entreabertos e o rubor natural no rosto.

— Você é linda assim… — murmurou, com a voz mais grave do que nunca.

O quarto parecia menor, o ar, mais denso. Cada movimento deles era lento, calculado, mas ainda assim cheio de urgência.

Taylor manteve a mão sob a barra da camisola, explorando a pele quente da coxa de Lila. O polegar roçava de leve, subindo mais a cada segundo, como se testasse até onde ela o deixaria ir.

Ela, por sua vez, segurava firme no ombro dele, o corpo dividido entre a vontade de puxá-lo mais para perto e o instinto de manter alguma distância.

— Taylor… — murmurou, mas a voz soava mais como um pedido para que ele não parasse.

Ele se inclinou novamente, a boca encontrando a dela em um beijo mais profundo. As línguas se tocaram com fome, e Lila sentiu o corpo inteiro responder e um calor pulsar no baixo-ventre.

A mão dele subiu mais, chegando perigosamente perto de onde ela estava mais sensível.

— Você tá tremendo… — ele provocou, com a voz baixa e carregada, roçando os lábios no ouvido dela.

— Eu… não tô. — mentiu, arfando.

Taylor sorriu contra a pele dela e, sem pressa, deslizou os dedos para dentro da fina barreira do tecido que cobria sua intimidade. O toque foi suave no início, exploratório, até encontrar exatamente onde ela reagia mais.

Lila soltou um gemido baixo, abafando-o contra o ombro dele, enquanto as unhas marcavam a pele quente do braço que a segurava.

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