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Casei por Amor, Me Divorcei por Dignidade romance Capítulo 448

Ao ouvir aquele termo, Leonardo ergueu levemente as sobrancelhas:

— O mais rápido possível.

Em seguida, desligou.

— Droga!

Moreno desligou também, com o rosto retorcido de raiva. Sentia claramente que Leonardo estava enrolando ele, mas não tinha como provar.

Ele continuava parado na porta do mesmo bar daquela noite, observando a multidão entrando e saindo. Seus olhos azuis examinavam cuidadosamente cada mulher que passava, ansiosos para encontrar a garota que tinha feito seu coração disparar e sua adrenalina chegar ao auge naquela noite.

A sensação daquela noite tinha sido incrivelmente intensa. Ele ainda a saboreava na memória e, toda vez que pensava nela, sentia o corpo inteiro se tensionar de novo.

Ele nunca tinha se envolvido com esse tipo de coisa antes; achava tudo aquilo sujo. Sempre que via as pessoas em festas, se amontoando de três em três ou em grupos ainda maiores, sentia tanto nojo que tinha vontade de vomitar.

Além disso, uma certa mulher tinha ensinado a ele que não se devia ferir os sentimentos de uma garota levianamente e que, se por acaso acabasse machucando alguma, deveria assumir a responsabilidade.

Mas ele não tinha machucado ninguém. Foi ela quem o machucou.

E, ainda assim, ela fugiu, se recusando a assumir responsabilidade por ele.

Moreno estava furioso. Seu rosto bonito e expressivo exibia uma frieza cortante. Alto, com aqueles olhos azul-escuros, ele chamava a atenção de todos por onde passava, como uma obra de arte viva.

Várias mulheres tentaram se aproximar para flertar, mas todas foram dispensadas com impaciência.

Ele ficou ali até as cinco da manhã, quando, exausto e decepcionado, voltou para o hotel.

...

Quando Mirela acordou, percebeu que estava deitada no sofá. Piscou, atordoada, e, ao virar o rosto, viu Leonardo sentado numa cadeira ao lado da cama, mexendo no celular.

Ela se levantou e perguntou, confusa:

— Você não dormiu a noite toda?

Leonardo olhou para ela, com um leve sorriso aparecendo no olhar:

— Mirela, você está preocupada comigo?

Mirela:

— ...

Tinha sido um erro desperdiçar até uma palavra com ele.

Ela foi ao banheiro se arrumar e, quando voltou, trazia uma bacia com água morna e uma toalha. Com todo cuidado, começou a limpar o rosto e os braços da avó.

Patricia ainda estava em coma, e seu semblante seguia abatido. Mirela sentia uma tristeza profunda e uma dor aguda no peito.

Quando o médico passou para a visita, sua expressão também era severa. A análise da substância tóxica exigia tempo e, embora os especialistas já estivessem discutindo o caso, os resultados não sairiam tão cedo.

Mirela observava tudo ao lado, com a ansiedade brilhando em seus olhos marejados.

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