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Casei por Amor, Me Divorcei por Dignidade romance Capítulo 703

— Não! Vocês não podem! Vocês não podem fazer isso comigo! Fui eu quem dei um filho ao Roberto, eu sou essencial para a família! Se me tratarem assim, Roberto nunca vai perdoá-los!

Fátima gritava alucinada, tentando se arrastar para fora da cama para agarrar Teresa, mas não havia força alguma em suas pernas. Ela simplesmente não conseguia se mover.

Apenas restou-lhe berrar impotente, tentando desesperadamente fazer Teresa mudar de ideia.

No entanto, vendo que Teresa estava irredutível, ela começou a proferir maldições com toda a sua voz esganiçada:

— Maldita! É tudo culpa daquela desgraçada da Mirela! Ela já deveria estar morta! Por que ela não morre logo?! Se não fosse por ela, eu jamais teria sido expulsa! Se não fosse por ela, Leonardo iria me tratar cada vez melhor! Se não fosse por ela, eu não estaria nesse estado miserável!

— É tudo culpa dela! Quanto mais vocês se importam com ela, mais eu a odeio! Se vocês querem culpar alguém, culpem a Mirela! Foi por puro ódio dela que eu envenenei o Marcos! Eu a detestava tanto que fui capaz de ameaçar o Leonardo! Tudo por causa dela, tudo é culpa dela...

Teresa já não tinha paciência para ficar ali ouvindo as loucuras e devaneios de Fátima.

Ao sair da casa, o cheiro de sangue e putrefação foi dissipado pela brisa suave. Ela ergueu levemente a cabeça, respirou fundo e finalmente disse:

— Não deixem que ela morra, mas também não permitam que ela tenha uma vida digna.

Oliver assentiu:

— Fique tranquila. Com todas as atrocidades que ela cometeu, viver um martírio é o destino que ela merece.

O carro deu a partida, e Teresa foi embora.

Oliver deu as ordens, e seus homens levaram Fátima diretamente de volta a Jardim de Pedra, trancando-a em uma clínica psiquiátrica particular.

...

No hospital.

O clima pesado inicial logo se dissipou.

Mirela abaixou o olhar e começou a digitar. A voz feminina, fria e robótica do aplicativo, ecoou pelo quarto:

— Nós vamos voltar em breve. Você não tinha um jeito de mandar sua avó para outro lugar?

Leonardo concordou com a cabeça:

— Já estou cuidando disso. Se nada der errado, minha avó deve viajar amanhã.

Mirela digitou novamente:

— Para onde?

Leonardo respondeu:

— Ela disse que gostaria de visitar a cidade natal dela. Vou mandar pessoas para levá-la. É provável que ela passe um bom tempo por lá, o que nos dará mais prazo para nossa recuperação.

Mirela confirmou e suspirou, levemente aliviada.

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