O guarda-costas inspecionou a caminhonete e viu que ela não estava danificada. Imediatamente, ele entrou e ligou o veículo.
Eulália também subiu apressadamente, colocou o cinto de segurança e perguntou:
— Com quem devemos entrar em contato depois que sairmos?
O guarda-costas respondeu:
— Tem meus colegas lá fora, primeiro eles, depois Oliver Ribeiro, que está por perto.
Como era apenas o feriado de fim de ano, Mirela não pediu a Oliver para acompanhá-la, mas sim para aproveitar a própria folga.
Quem poderia imaginar que tal coisa aconteceria?
Eulália disse:
— Então você entra em contato com seus colegas, e eu falo com Oliver.
O guarda-costas concordou:
— Tudo bem.
O ronco do motor soou pela noite escura. O coração de Eulália saltou para a boca!
Ela estava aterrorizada com a possibilidade de serem descobertos!
Se fossem descobertos, estariam ferrados!
O guarda-costas estava familiarizado com o mapa e sabia que havia outra estrada partindo da câmara fria.
Ele acelerou, correndo em direção à saída, em uma disputa contra o tempo!
*Bang!*
Neste exato momento, um tiro soou repentinamente, atingindo a caçamba da caminhonete.
Eulália gritou de pavor, mas logo cobriu a boca, lutando para dominar o medo!
Droga!
O pior cenário havia se concretizado!
O som do carro atraíra a atenção dos mercenários!
Quem diria que ainda haveria mercenários por ali!
Eulália segurou o cinto de segurança desesperadamente, as palmas das mãos suavam de tensão!
O guarda-costas, entretanto, mantinha-se incrivelmente frio e focado. Graças à proteção da carroceria de metal do carro, por ora, estavam a salvo.
De súbito, um telefone foi jogado em seu colo, e a voz do guarda-costas ecoou:


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Casei por Amor, Me Divorcei por Dignidade
Totalmente fora de contexto esse capítulo, ficou uma bagunça....
Descontaram 20 moedas no total...
Cobraram as moedas e não disponibilizou o capítulo, de sendo que está com erro...