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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 1418

Jessica assentiu com a cabeça e sentou-se na cama, sendo amparada por Raquel.

O pequeno grupo saiu do quarto e deu de cara com Celeste.

Ela vinha do quarto de Nilton. Nilton e Celeste tinham conversado por um longo tempo, e, sem saber do que se passava fora dali, não fazia ideia do ocorrido. Além disso, como a arma usada tinha silenciador, quase ninguém sabia que um tiroteio havia acontecido no hospital há pouco.

Por isso, Celeste também estava por fora dos acontecimentos.

Mesmo assim, ao ver Jessica saindo da enfermaria com o rosto pálido, não pôde deixar de perguntar: "O que você está fazendo aqui? Você parece tão abatida..."

Jessica respondeu: "Tivemos um pequeno imprevisto..."

As sobrancelhas de Celeste se franziram. Ela disse: "Venham comigo, eu levo vocês para casa."

Jessica fez um gesto de recusa: "Não precisa, Orlando já cuidou de tudo."

Celeste, porém, deu um passo à frente e baixou ainda mais a voz: "Meu padrinho tem influência em todos os meios, ninguém da Família Rezende teria coragem de mexer com você enquanto ele estiver por perto."

Ao ouvir isso, Jessica franziu a testa: "Você está dizendo que quem preparou a emboscada também era da Família Rezende?"

Todos trocaram olhares, e um silêncio estranho pairou no ar.

Nilton já tinha mencionado que a Família Rezende realmente estava ajudando Zoé, então não era impossível que Zoé tivesse contratado membros da Família Rezende para emboscar e assassinar Jessica...

Se fracassassem, a culpa cairia sobre a Família Rezende; se tivessem sucesso... só traria benefícios para Zoé.

Celeste assentiu: "Embora eu não saiba como vocês ofenderam a Família Rezende, posso ajudar a livrar vocês deles."

Raquel hesitou, olhando instintivamente para Jessica: "Jessica, e agora...?"

Celeste arqueou uma sobrancelha: "O que foi, vocês não confiam em mim?"

Ramiro fez uma vistoria ao redor do veículo, e só depois de confirmar que tudo estava normal sinalizou para que todos entrassem.

"Essa placa abre portas em qualquer lugar, com qualquer pessoa." Celeste explicou enquanto ligava o carro. "Ninguém ousa barrar."

Assim que o carro arrancou, vários sedãs pretos seguiram atrás, todos garantindo a proteção dela.

Já na estrada, Jessica perguntou: "Como você soube que estavam tentando me matar?"

Celeste esboçou um sorriso de canto, quase zombeteiro: "Desde pequena, cresci ao lado do meu padrinho, num ambiente onde o bem e o mal se misturam. Por isso, percebo logo quando algo não é um simples imprevisto."

Ela olhou para Jessica pelo retrovisor: "Sua roupa está manchada com algo escuro e suspeito, parece sangue seco."

Em seguida, virou-se um pouco para olhar Ramiro no banco da frente: "E seu segurança não tirou a mão da cintura em nenhum momento. Sem falar no cheiro forte de pólvora no ar: claramente houve um tiroteio nos corredores do hospital."

Os ocupantes do carro trocaram olhares, surpresos pelo faro apurado de Celeste.

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