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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 1612

Era possível notar que David já estava muito irritado.

Hugo riu ainda mais. "Quem mandou o Diretor Martins chegar sempre um passo atrasado quando ela precisava de você? Eu a salvei das garras de Luciano duas vezes. Ela já me considera seu salvador e se entregou a mim em gratidão..."

"Hugo!"

David o interrompeu com uma voz ríspida. Aquelas poucas palavras de Hugo o provocaram a ponto de perder toda a razão. Depois de um momento, ele recuperou a compostura.

Respirou fundo: "Hugo, diga. O que você quer, afinal, para soltá-la?"

Era exatamente essa frase que ele esperava.

Hugo soltou uma risada leve e disse, de forma calculada: "É simples."

"Quero que você me ajude a conseguir o tesouro da Zona Proibida e o entregue pessoalmente em minhas mãos. Diretor Martins, consegue fazer isso?"

Os olhos de David se escureceram: "Apenas o tesouro da Zona Proibida?"

"Claro." Hugo acrescentou lentamente: "Mas o Diretor Martins precisa pensar bem, esse tesouro é uma fortuna considerável... talvez o suficiente para comprar todo o seu Grupo Martins."

David não hesitou por um segundo: "Certo."

Do outro lado da linha, a respiração de Hugo falhou por um instante.

Ele não esperava que David concordasse tão prontamente.

Em seguida, ouviu David dizer: "Hugo, é melhor que cumpra sua palavra. Eu te dou o tesouro, e você a devolve em segurança, sem tocar em um fio de cabelo dela. Caso contrário, farei você ter uma morte terrível."

"Tu." A chamada foi encerrada.

Hugo desligou o celular, passou a ponta da língua no canto dos lábios e, de repente, zombou:

"David, quero só ver... até onde você é capaz de ir por ela."

Enquanto isso, os quatro meninos já tinham ouvido toda a conversa.

Os olhos de Daniel giravam, pensando: Tesouro?

Não era aquele o tesouro da Zona Proibida que ele tanto desejava, mas nunca conseguia obter?

Após dois dias de viagem, o navio finalmente chegou à costa.

Mas Jessica logo percebeu que algo estava errado. De pé na areia, ela olhava para a ilha desconhecida à sua frente, e seu coração afundava pouco a pouco.

Isso não era voltar para casa, era claramente outra jaula.

Cercada pelo mar por todos os lados, era uma pequena ilha isolada, de forma alguma o seu lar.

Ela se virou e encarou Hugo com raiva: "Hugo, você me enganou de novo! Esta não é a minha casa!"

Hugo ajeitou os punhos da camisa lentamente, seu tom calmo: "Qual é a pressa? Precisamos fazer uma escala. O navio só consegue chegar até aqui. Amanhã, meu jato particular virá nos buscar."

Ele ergueu o olhar, um brilho profundo em seus olhos. "Só assim podemos evitar o mandado de busca."

"Mandado de busca?" Jessica zombou. "Você tem certeza de que estamos mesmo sendo procurados?"

"Claro." Hugo disse, sem mudar de expressão.

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