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CEO e gêmeas romance Capítulo 7

Naquele momento, Shenie sentiu que tudo o que ela havia passado no elevador não era tão assustador quanto aquele homem.

Ele era o verdadeiro pesadelo dela!

Sempre que ela pensava naquele homem, ela lembrava da dor que sentiu naquela noite. Ela também pensava sobre o que a família Yales havia contado a ele, que eles só tinham uma filha.

De repente, Shenie sentiu-se tonta e teve a sensação de ter sido jogada no meio de um furacão.

Se a família Yales soubesse que ela ainda estava na cidade, será que eles fariam alguma coisa contra sua mãe?

"Quem é você?", perguntou o homem. Sua voz não estava mais fria.

Shenie não se atreveu a responder. O suor frio já havia começado a umedecer suas mãos e suas costas.

As pessoas ao redor ainda reclamavam, mas o homem não se incomodou nem um pouco com a falação. Ele ainda estava esperando por uma resposta e a pressionou: "Responda !"

Ele se abaixou e prendeu a respiração perto do orelha dela, forçando-a a falar mais alto.

Parecia que, se ela não dissesse nada, ele partiria para cima dela.

"O que devo fazer?", pensou Shenie, nervosa.

O que mais ela poderia fazer?

Como ela iria escapar daquela situação?

Trim trim. Seu celular tocou na hora certa.

Shenie não disse nada ao homem. Ela pegou o telefone apressadamente e respondeu: "Querido, você já está aqui? Desculpe, por favor, espere só mais um pouco. O elevador está com problemas e não consigo sair agora."

Shenie sentiu a mão em sua cintura afrouxar lentamente e o calor do rosto que estava colado a sua orelha gradualmente se dissipou.

Ela suspirou aliviada.

"Shenie, do que você está falando?", perguntou a pessoa do outro lado da linha, intrigada.

Shenie insistiu em ir até o fim com aquela encenação. Embora o suor já escorresse por sua testa, ela continuou a conversa: "Não se preocupe, querido. Logo mais estarei aí".

Depois disso, ela desligou o telefone.

Plim. A porta do elevador se abriu.

Shenie não teve tempo para esperar seus olhos se acostumarem com a luz repentina que invadiu o local. Ela encarou o brilho que machucava seus olhos, segurou a máscara no rosto com força e saiu correndo do elevador.

Quando Charles conseguiu finalmente sair e se afastar da aglomeração, ele não conseguia mais ver a mulher que estava usando a máscara.

Ele franziu a testa e olhou em volta, buscando por ela.

"Diretor Hanks, o que você está procurando?", perguntou Shannon, mas ele não respondeu nada.

De tão assustado, o gerente Wiles estava prestes a chorar. "Senhor Hanks, eu realmente não sei por que o elevador parou de repente..."

Ele pensou que estaria em apuros por permitir que uma pessoa tão importante ficasse presa no elevador. Além disso, estava tão escuro e lotado... Wiles suava profusamente.

Quem perguntava era uma garota chamada Sunny. Ela era baixinha e ligeiramente rechonchuda. Tinha um rosto redondo e um corte de cabelo como uma tigela. Ela era uma graça.

Ela também era uma boa amiga de Shenie e costumava ir ao hospital cuidar de sua mãe.

"Que susto!", disse Shenie, se acalmando. Ela deu um tapinha nas costas da amiga e explicou, com um sorriso no rosto: "Eu esbarrei em um cara esquisito no elevador agorinha mesmo. Usei você como desculpa."

"Como assim? Havia um homem a fim de você e que queria te paquerar?", perguntou Sunny, sorrindo maliciosamente.

Embora Shenie estivesse vestida com roupas simples, ela estava muito bonita. Ela era encantadora, mesmo sem usar nenhuma maquiagem.

Sunny pensou que, se ela fosse um homem, faria o possível para conquistar Shenie.

Sunny suspirou. Era uma pena que Shenie não se interessasse por homens.

Claro, ela não estava interessada em mulheres também.

A vida de Shenie girava em torno de sua mãe, que estava gravemente doente.

"Você sempre tira sarro de mim", disse Shenie, abaixando a cabeça timidamente. Ela cutucou Sunny, brincando, e de repente se lembrou de algo.

Ela ergueu o braço e se aproximou de Sunny. "Sunny, você sente algum cheiro diferente no meu corpo?", perguntou.

Era a segunda vez que o homem dizia que ela tinha um cheiro doce, mas ela não conseguia perceber.

"Eu sinto um cheiro." Sunny respirou fundo e disse, sorrindo: "É o cheiro de uma garota pura".

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