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Como Conquistar um Príncipe Lycan romance Capítulo 123

KADEN

Isabella era puro fogo e sedução, me envolvendo no mundo dela e não me deixando pensar em mais nada.

—Você tem que me dar algo que nunca me deu —rosnei, excitado, roçando minha boca na dela, e minha mão mergulhou entre as pernas dela, sentindo a umidade cremosa da boceta dela.

Meus dedos não pararam até chegar no anel franzido entre as nádegas dela.

—Não, não… você disse que ia enterrar o machado, não um aríete completo! —quase ri das tiradas dela.

—Mas você deixou Ash enterrar bem fundo. Achou que eu estava em coma enquanto deixava ele te foder?

—Você também gostou, não se faz de desentendido! —ela rebateu, esfregando os peitos no meu peito, e as mãos dela acariciaram meus músculos tensos.

Meu dedo fazia círculos no cu dela enquanto meu pau pulsava, desesperado pra entrar no corpo dela.

—Não é a mesma coisa aproveitar ao vivo do que através do Ash… —mordisquei com deboche aquela polpinha macia, pronto pra enfiar a língua e saborear as amoras na boca dela.

—Tá bom… —ela sussurrou e eu me surpreendi por um segundo; eu achei que ela ia negar.

—Sério? —levantei a cabeça, olhando pra ela sem acreditar—. Digo… vou ter que procurar um lubrificante aqui…

—Mas não agora! —ela gritou, se remexendo de repente e abrindo as pernas pra prender minha cintura, com os pés cruzados na minha lombar.

—Quando a gente estiver a salvo, no dia em que tudo tiver acabado, eu juro que ofereço como sacrifício a virgindade do meu cuzinho —ela sussurrou, passando as mãos pelo meu peito, deixando um rastro de fogo com as carícias e se enfiando entre nossos corpos.

Uma camada fina de suor já brilhava nos meus músculos.

Ergui uma sobrancelha, nada convencido.

—Você tá me enganando?

—Eu tô te subornando —a resposta sedutora veio junto da sensação deliciosa da mão dela se fechando no meu pau, necessitado.

Isabella ergueu o quadril enquanto guiava a glande pra ser chupada bem gostoso por aquelas dobras escorregadias e apertadas.

—Sssh… ah, porra, meu amor… —cerrei os olhos, rosnando baixo.

Empurrei pra dentro da vagina dela, enfiando meu pau numa pressão deliciosa, num prazer rosado, destilando pura luxúria.

Eu a abracei contra o sofá e comecei a me mexer sobre ela enquanto nossas bocas se encontravam num beijo lento, sexy, entre gemidos e arfadas lascivas e quentes.

Minhas mãos percorriam cada curva, cada centímetro da pele dela, gravando ela a fogo na minha memória.

Eu sabia como ela gostava que eu comesse ela, o que fazia ela gritar de êxtase e enlouquecer.

Bella foi feita pra mim, pra preencher cada vazio da minha alma.

O sofá velho logo começou a ranger sob as minhas enfiadas naquela boceta bendita; eu meti com força e sem freio, nas profundezas que eram minha perdição completa.

—Aah, meu príncipe, meu companheiro destinado… mmm, chupa meus peitos… aah, que delícia, meu amor…

A cabana velha foi testemunha de novo da nossa paixão, da nossa loucura, em plena manhã.

Esse era o nosso santuário: aqui eu esquecia toda a merda da minha vida e só queria que o tempo parasse quando eu estava junto da Isabella.

Mas o rosnado libertador escapou dos meus lábios uma hora depois, e eu enfiei mais duas ou três vezes até sentir toda a minha gozada se esvaziar dentro dela.

Olhei pra baixo, eu segurava a cintura dela com força, marcando as minhas mãos, mantendo ela levantada nas minhas coxas e com as nádegas fora do sofá pra controlar o jeito que eu fodia ela.

A pele branca da Bella estava cheia das minhas marcas e de gotas de suor que escorriam gostoso.

Ela arfava, entrecortado, de olhos fechados, e o cabelo loiro espalhado pelas almofadas.

As mãos dela ainda agarradas no apoio do braço, acima da cabeça.

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