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Como Conquistar um Príncipe Lycan romance Capítulo 149

ISABELLA

Ele me deixou fazer o que eu queria enquanto abria uma bolsinha pequena de veludo macio.

A curiosidade me fez parar no meio do boquete pra espiar.

Ele tirou um dispositivo prateado pequeno, tipo uma mini cenoura, e algo brilhou na base, onde tinha uma joia enorme incrustada.

Ele puxou um pouco do meu cabelo, me parando no meio da minha tarefa.

O pau dele escorregou pra fora da minha boca com um pop pecaminoso, liso de saliva e pré-gozo.

—O que é isso? —minha voz rouca ecoou no escuro, sabendo perfeitamente que era alguma safadeza.

—Meu presente de noivado pra você —ele disse num tom debochado, aproximando aquilo dos meus olhos—. Gostou da safira roxa que eu mandei fazer sob medida pra você?

Ele me mostrou a pedra enorme, num tom ametista como as minhas pupilas quando meu poder despertava.

A gema era gigantesca, preciosa, luxuosa, lapidada à perfeição em forma de coração.

—É linda, mas não é… um anel… —eu engoli em seco, observando a outra parte que ele acariciava entre os dedos, e minha mente suja já tava juntando tudo.

—Minha Ômega, nem sempre precisa ser um anel. —Ele se inclinou por completo, me obrigando a erguer o rosto enquanto a boca dele roçava meus lábios, ainda úmidos com o gosto dele.

—Vamos ver se eu acertei o tamanho, porque eu tô morrendo de vontade de ver isso brilhando entre a sua bunda…

Aquele sorriso torto e quente fez meu cuzinho apertar um pouco.

Eu engoli em seco, respirando rápido.

—V-você... você foi mesmo naquela reunião? Porque tá na cara que sobrou tempo…

—O quê…? —Os dedos dele se fecharam no meu cabelo, duros, fazendo eu erguer o queixo com um gemidinho bem safado enquanto ele me lançava um olhar intenso—. Você queria que eu demorasse mais?

—N-não... não, bebê... eu senti tanta saudade... eu...

—Deu pra ver o quanto você sentiu minha saudade —ele bufou, debochado—. Para de cavar a própria cova e abre esses lábios insolentes de novo.

E eu abri. Eu obedeci às ordens do meu Alfa e, no lugar daquele pau quente e duro, aquele metal frio escorregou pra dentro da minha boca.

Se ele achava que eu ia continuar brincando de Ômega indefesa, ele tava muito enganado.

Sem quebrar a conexão com aqueles olhos selvagens, minha língua se enrolou naquela cenourinha e percorreu, de novo e de novo, a superfície lisa e dura.

Kaden começou a enfiar e tirar da minha boca, controlando com os dedos tensos em volta da joia enorme, que devia valer milhares.

Eu gemi baixo enquanto chupava o brinquedo que logo ia acabar dentro do meu corpo.

Eu não era idiota. Eu sabia exatamente onde aquela mini cenoura ia ficar enfiada.

Ela saiu dos meus lábios, brilhando de saliva, e Kaden voltou a enfiar o pau na minha boca.

No escuro, meus gemidos abafados voltaram, seguindo o ritmo do meu corpo de quatro em cima da mesa.

Os quadris do Kaden avançavam devagar e constantes, e eu senti ele se inclinar pra frente.

O ar saía pesado pelo meu nariz, e rosnados escapavam pelos meus lábios quando eu senti ele acariciar entre as minhas nádegas.

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