KADEN
Peguei a mão dela e guiei, às cegas, até as portas da varanda, depois abri tudo de uma vez.
Senti a Isabella se tensionar assim que a brisa gelada bateu, fazendo ela tremer.
Ela quase parou, mas eu continuei puxando. Eu queria ver o que ela tava disposta a fazer pra me agradar… e minha Ômega não me decepcionou.
Ela era perfeita e, mesmo com medo, com tudo que ela tava imaginando na cabeça, ficou ali, nua, de costas pra mim, enquanto eu sussurrava no ouvido dela:
—Já que você adora mostrar praqueles caras do bar o que é meu... então, bebê, dá o show completo. Se inclina e segura no corrimão enquanto eu te fodo.
—O quê?! —eu vi ela recuar, apavorada, mas ela bateu no meu corpo sólido e, na hora, levantou as mãos pra arrancar a venda dos olhos.
—Não tira, Isabella! Eu não tô brincando agora, e é melhor a Thera não abrir a boca, ou eu vou castigar ela também! —eu rosnei entre os dentes contra a nuca dela, sentindo o jeito que ela arfou.
Minha Ômega preciosa tremeu sob o corpo do Ash, sem nem se atrever a fazer um som.
—Seu macho te deu uma ordem... se inclina naquele corrimão de ferro e abre bem a boceta. Agora!
Eu esperei e esperei… com um sorriso torto de perversão nos lábios, ouvindo todos os gritos frenéticos na mente dela, que ela não conseguia esconder de jeito nenhum.
Eu tava cobrando cada vez que ela tinha me deixado puto com as loucuras dela.
Cada músculo do corpo dela gritava pra se rebelar, mas, sem nem saber onde ela tava se metendo, ela começou a se inclinar, procurando o metal frio da grade.
Eu vi ela esticada, exposta, com as pernas abertas, uma joia em forma de coração ametista brilhando entre as nádegas e, abaixo, aquela fenda deliciosa e rosada.
Eu agarrei meu pau com tesão, as veias pulsando forte, as bolas doendo tanto que eu quase me movia sozinho, como um lobo no cio.
Meus olhos famintos percorreram ela, e eu deslizei os dedos pela coluna… pelas costas, marcadas com tanta crueldade uma vez.
Minhas mãos foram possessivas pela bunda dela, sentindo os tremores de medo e excitação sacudirem sob as pontas dos meus dedos.
Sem avisar, eu dei um tapa naquela bunda perfeita enquanto meus quadris empurravam pra frente e meu pau voltava a afundar no calor da boceta dela, aberta e escorregadia.
O grito abafado da Isabella se juntou ao meu rugido rouco quando eu agarrei a cintura dela e comecei a tomar ela forte… delicioso… fundo… rápido… até eu não conseguir mais pensar direito.
Eu ficava quente pra caralho vendo ela se segurar, mordendo os lábios pra não gemer como uma puta, sem saber o que tinha na nossa frente e lá embaixo, sob essa varanda.
Mas no coração dela, ela sabia que era só nós dois… e que ia ser assim pra sempre.
Minhas pupilas se estreitaram na nuca dela, e minha mão deslizou até a garganta dela enquanto eu me inclinava por cima, montando nela, deixando as palavras do ritual derramarem da minha alma pra dela.


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