ISABELLA
Eu sabia que devia resistir, dizer não para esse homem metido, mas Deusa, ele literalmente acabou de jogar esse pedaço de carne suculenta na minha cara.
" Ai, minha nossa, que coisa mais gostosa! " Thera exclamou, hiperventilando.
Meu nariz aspirou, como o de uma viciada, o cheiro da masculinidade dele, e minha boca salivou com vontade de engolir todo aquele pau.
Eu nunca tinha estado tão quente e não sei se o álcool estava quebrando minhas travas, mas, quando tive aquela ponta redonda e avermelhada roçando nos meus lábios, minha língua saiu como se tivesse vida própria.
Kaden rosnou baixo e xingou quando lambi devagar a abertura dilatada por onde escorria o pré-gozo viscoso.
Tinha um gosto salgado e intenso, um coquetel de feromônios que fazia tudo entre minhas pernas formigar.
Apoiei uma mão na coxa dele e a outra foi pesar aquelas bolas cheias e pulsando embaixo do pau dele.
Eu queria que ele gozasse na minha boca, Deusa, eu desejava deixá-lo louco de prazer.
Mesmo sendo eu quem estava de joelhos, eu morria de vontade de fazer ele gemer e dobrar esse lycan orgulhoso.
Meus lábios se abriram e eu chupei a ponta macia como se fosse um morango delicioso.
Mais líquido pecaminoso escorreu pelas minhas papilas gustativas.
Kaden estava tenso e eu passei de massagear os testículos dele a acariciar aquele pau enorme.
Ele não cabia inteiro em mim, isso com certeza, mas minha mão se fechou num punho firme e eu comecei a masturbar o que ficava para fora das minhas chupadas.
Minha boca se esticou tanto que os cantos protestaram, mas eu enfiei ainda mais daquele comprimento dentro de mim.
Comecei a chupá-lo bem gostoso, afundando as bochechas, me perdendo no prazer que era mamar ele.
Minhas duas mãos foram trabalhar a base enquanto minha cabeça se movia para a frente e para trás.
A sensação de sufoco se misturava com o prazer intenso que me fazia semicerrar os olhos.
Meus gemidos abafados, a saliva pingando pelo meu queixo, a respiração pesada... tudo se entrelaçava com os rosnados dele, cada vez mais descontrolados.
A mão rude dele agarrou meu cabelo por trás, de um jeito possessivo, enquanto os quadris dele empurravam para a frente.
Ele fodia a minha boca, com a luxúria crescendo entre nós dois.
Meus olhos úmidos subiram para encontrar os olhos selvagens de Kaden.
Deusa... a expressão excitada dele fez a minha boceta tremer.
Ele estava curvado sobre mim, com o cabelo tão claro caindo suado sobre a testa.
Bufando e ofegante, com a voz rouca.
Os músculos do abdômen definido dele tremiam a cada investida, os caninos enormes apareciam cerrados e perigosos.
Aquela aura violenta começou a emanar dele e, em resposta, o meu próprio poder foi se liberando.
Achei que a supressão fosse doer de novo nas minhas costas.
Mesmo assim, eu estava tão perdida nos olhos azuis dele, no desejo de fazer ele gozar, que as nossas energias começaram a se entrelaçar em união perfeita.
—Aahhh, bebê, eu vou gozar... porra... sshhh... aggrr... —o rosnado dele me fez perder a cabeça.
Minhas mãos o estimularam rápido, sentindo o pulsar de todas aquelas veias prestes a estourar.
A uretra dele soltava fluidos cada vez mais abundantes que me obrigavam a engolir.
Maldita merda, minha mandíbula doía e eu mal aguentava ele ali, mas não conseguia parar.
Eu queria tanto ele.
O aperto no meu cabelo e um rugido frenético foram o prelúdio antes de a minha garganta ser inundada com tanta substância leitosa.
Quase me engasguei engolindo, mas continuei ordenhando ele.
Minhas bochechas afundavam e meus lábios chupavam como se eu fosse uma devoradora.
Eu masturbei ele bem gostoso e massageei os testículos dele.
Se ele fosse me largar por Miska, pelo menos que soubesse das mamadas maravilhosas que ia perder.

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