DARIUS
William levantou a cabeça e rugiu para o teto, com todo o corpo se sacudindo entre aqueles espasmos deliciosos e libertadores, e meu próprio corpo não conseguiu suportar tantas sensações ao mesmo tempo.
Ao sentir os tremores de seu membro contra o meu, também gemi, apertando os caninos enquanto derramava sêmen como um maldito garanhão.
Movi o dedo dentro dele, tirando e afundando de novo, imaginando que era meu pau entrando em seu corpo, e fechei os olhos porque juro que estava vendo as malditas estrelas.
William desabou sobre a mulher, e ela caiu em cima de mim, empurrando nós três contra o encosto do pufe, meio atordoados.
Tudo tinha sido tão intenso que precisamos de quase um minuto inteiro para voltar da glória.
Porque estar com ele era como nuvens de marshmallow e uma doce libertação.
Se ainda me restava alguma dúvida sobre minha sexualidade, aquela dúvida tinha ficado mais do que esclarecida, e eu esperava que para William fosse igual.
Minhas bolas e as do meu homem continuavam latejando, soltando uma carga que não era exatamente pequena.
Eu esperava que aquela garota tivesse tomado precauções, porque tinha avisado que haveria sêmen por todos os lados.
E houve.
Uma vez aberta a caixa de Pandora, já não havia volta.
Nós nos transferimos para a cama, e nossos corpos voltaram a se fundir.
Não da maneira como eu teria desejado, porque William sempre a mantinha entre nós, mas eu entendia que ele não estava pronto para dar o passo final, e jamais iria pressioná-lo.
Mais do que isso, eu queria que os meses restantes passassem para que ele finalmente tivesse seu lobo e reconhecesse Loki como seu companheiro.
Queria que sua alma ressoasse com a minha do mesmo modo que nossos corpos faziam.
Quando já estávamos bêbados de luxúria e aquela mulher estava perto de desmaiar de exaustão, recebi minha pequena recompensa por ser paciente.
William a fodia em posição de missionário, de joelhos, afundando na garota com aquele ritmo perdido e faminto, e eu me coloquei devagar atrás dele, esperando que não me rejeitasse, beijando seu pescoço, suas costas, arrastando minhas mãos ásperas por seu corpo forte.
Meu pau deslizou com descaramento entre suas nádegas, que se apertavam a cada investida.
Senti que ele tremia e arquejava, mas não me rejeitou.
Aproximei a boca de seu ouvido enquanto minhas mãos iam até seus mamilos e rodeavam aquelas pontas duras.
—Mmmm... Não vou penetrar você... mas me deixe fingir que estou montando em você, maldição, ou vou fazer uma loucura... Will... sshh, você não faz ideia do quanto eu desejo te foder. Eu desejo você, maldição... Desejo você como um louco, bebê...

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