Entrar Via

Coração Emprestado: A babá da filha do Juiz romance Capítulo 330

Aelyn

Serena ligou quando estávamos quase chegando na casa do Felipe.

"Irmã, está tudo bem com você? O que aconteceu? O Felipe apareceu aqui desesperado atrás de você."

Eu sorri, encostando a cabeça no banco do carro.

"Foi só um desentendimento, mana. Mas agora está tudo bem. Ele me buscou e estamos indo pra casa dele."

"E que desentendimento foi esse? Preciso dar umas porradas nele?" Gargalhei olhando para ele.

"Não, está tudo certo, não se preocupe com nada, tá?"

"Vou fingir que eu acredito. Mas ok. Qualquer coisa você me liga, tá? Não some de novo."

"Prometo. Obrigada por se preocupar."

Desliguei e olhei para Felipe. Ele dirigia com uma mão no volante e a outra segurando a minha, o polegar fazendo carinho constante. O silêncio entre nós não era mais pesado, era carregado de expectativa e alívio.

Quando chegamos, ele abriu a porta do carro pra mim como sempre fazia e me puxou para um beijo suave antes de entrarmos.

"O que você quer comer? Eu peço qualquer coisa."

"Me surpreenda", respondi, sorrindo. "Estou sem fome de comida agora. Acho que comi porcaria demais na casa dos meninos."

Ele sorriu de volta, aquele sorriso torto que eu amava, e foi para a cozinha enquanto eu fui para o quarto.

Soltei minha bolsa sobre a cama dele e olhei em volta. O apartamento do Felipe já não era mais só dele. Era nosso. Minhas coisas e meus gostos já tinham se espalhado naturalmente por vários cantos do espaço. Sorri, alisando minha barriga com carinho. Logo teríamos mais uma pessoinha ali com a gente.

Fui tomar um banho quente, deixando a água levar um pouco da tensão do dia. Quando saí, enrolada na toalha, notei meus cremes na pia, minha escova de dentes ao lado da dele e algumas roupas minhas no closet. Em tão pouco tempo, nossas vidas já tinham se fundido. Era assustador e lindo ao mesmo tempo.

Eu me vesti só com calcinha e sutiã e parei na frente do espelho de corpo inteiro. Minha barriga ainda estava reta, mas eu passei a mão por ela devagar, imaginando o que estava crescendo ali dentro. Um sorriso bobo surgiu no meu rosto.

Foi quando Felipe entrou no quarto.

"Olha pra mim", pediu.

Eu olhei. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, os olhos fixos nos meus. A sensação de preenchimento era intensa, mas ele foi cuidadoso, parando sempre que eu apertava os ombros dele. Quando estava completamente dentro, parou e encostou a testa na minha.

"Eu te amo tanto", sussurrou. "E amo o que estamos nos tornando."

Então começou a se mover. Devagar no começo, depois mais fundo, mais ritmado. Cada estocada era cheia de amor e desejo contido. Eu gemia alto, as unhas cravadas nas costas dele, as pernas ao redor da cintura dele. O prazer foi crescendo novamente, mais forte, mais emocional.

Quando gozei pela segunda vez, apertando ao redor dele, Felipe gemeu meu nome e gozou também, pulsando quente dentro de mim. Ele desabou sobre mim com cuidado, ainda conectado, o rosto enterrado no meu pescoço.

Ficamos assim por um longo tempo, suados, ofegantes, abraçados.

"Eu te amo", murmurei, passando os dedos no cabelo dele.

"Eu te amo mais", ele respondeu, beijando minha cicatriz. "E vamos fazer isso dar certo. Os três."

Eu sorri, exausta, feliz e completa, sentindo o coração dele batendo forte contra o meu.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Coração Emprestado: A babá da filha do Juiz