Archie Simons – (18)
Os gemidos de Olívia eram como músicas para o meu ouvido.
Eram sensuais e atraentes; eles entorpeciam todos os meus sentidos.
Assim que ela gozou para mim, reprovei a vendo me olhar surpresa e então, voltei a chupá-la já conhecendo onde fazia a mágica nela acontecer.
Olívia parecia dançar contra o meu rosto, mostrando-se completamente descontrolada. Ela puxava meus cabelos, segurava minha cabeça contra o íntimo dela com uma mão, se esfregando para que eu fosse mais firme e fundo. E com a outra, eu ouvia a unha dela arranhar o lençol da cama tentando o segurar.
—Ahh, que delícia! – Disse ela com a voz arrastada, soltando um gemido manhoso em seguida.
Olívia ia me enlouquecer!
Quando percebi que ela já estava chegando em seu limite, sai apressado de entre as pernas dela a olhando.
A cena era linda; vê-la completamente exposta e entregue a mim me fazia sentir um prazer inexplicável.
Eu sorri e me coloquei por cima dela sem a tocar, mantendo-me apoiado pelos braços. Em seguida, senti ela levar os braços até minhas costas me segurando.
—Porra Archie, o que fez comigo? – Perguntou ela com a voz cansada me fazendo a olhar com seriedade.
—Sua boca suja! – Falei mordendo os lábios dela com força, beijando-a em seguida. —Não me lembro de conhecer esse seu lado rebelde.
—Pode conhecer mais coisas se quiser? – Disse ela me atiçando.
Eu então, soltei um riso.
—Acha que não conheço, amor? – Perguntei levando uma mão até o íntimo dela a acariciando, sentindo-a encharcada para mim.
Puxei o ar entredentes mantendo os olhos fixos nela e então a beijei, mas dessa vez, vagarosamente.
Assim que me afastei para a olhar, vi que ela estava já com os olhos pesados, mordendo os lábios.
—Quantas vezes já fizemos? – Perguntou ela sem pudor.
—Isso é mesmo importante? – Perguntei me aproximando do ouvido dela para cochichar. —Por que não finge se a primeira vez e aproveita?
Assim que falei a senti cravar as unhas nas minhas costas, me arranhando.
Esse lado selvagem dela era o único que eu não conhecia!
Olívia então, sorriu de forma lasciva e me olhou com os olhos pesados.
—Então me mostre o que devo fazer! – Disse ela mordendo os lábios.
Ao ouvir aquilo, me sentei sobre minhas pernas e a puxei para mim apertando-a nas coxas e a segurei pela cintura, colocando-a sobre me colo.
Passei os braços dela envolta do meu pescoço para que se segurasse e me levantei, me sentando na beira da cama.
Nós nos olhamos por um instante e em seguida, tomei os lábios dela para mim, iniciando mais um ósculo. Ele era descontrolado e quente, me fazia perder todo meu controle.
Quando a ouvi falar daquele jeito, levei a mão até as costas dela a abaixando, deixando-a na posição que eu queria.
Ela estava toda empinada para mim e eu conseguia ver o quanto Olívia estava encharcada. Ela estava tão gostosa que meu membro pulsava forte só de olhar.
Eu então, levei minha mão até ele o movimentando algumas vezes enquanto me encaixava na entrada dela.
E antes de entrar, puxei o cabelo dela com uma mão, empurrando-a para mim com a outra.
Olívia gemeu. E naquele instante, travei meu maxilar e segurei a cintura dela, movimentando-a com firmeza.
—Arrrgh gostosa! – Gemi de forma rouquenha e entre dentes, ouvindo-a completamente descontrolada.
Dei alguns t***s na coxa dela com firmeza, vendo o local avermelhar e em seguida, apertei Olívia pelas coxas enquanto eu entrava nela com vontade.
Comecei a estocá-la com força ouvindo vários palavrões saírem da boca dela. Ela os xingava com vontade e sem escrúpulos enquanto me pedia para ir mais rápido.
—Isso, não para! – Dizia Olívia entre gemidos, segurando minhas mãos para se apoiar.
Eu então, soltei uma mão da perna dela levando até o pescoço de Olívia a apertando.
—Gosta assim, amor? – Perguntei entre dentes a sentindo me apertar com força pelo seu íntimo, me fazendo descontrolar.
—Muito! Gosto muito! – Respondeu ela me prendendo mais uma vez me levando ao limite.
Foram mais algumas vezes; mais rápido, mais forte e mais fundo, até que a senti amolecer e derretemos intensamente, juntos.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: DE REPENTE 30 e o presente foi um filho para o meu chefe.