Continuação
Pequenos e arrastados gemidos escapavam de seus lábios enquanto ela devorava minha boca em um beijo delirante e ousado. Melissa mordia meu lábio inferior enquanto suas mãos deslizavam, acariciando meu membro com uma intensidade que me deixava ainda mais louco.
— Eu vou te chupar inteira. — Minha voz saiu grave e carregada de desejo. Levantei-me, abrindo suas pernas com firmeza. Um gemido alto escapou dela, seguido de um sorriso malicioso que me deixou ainda mais fascinado. Comecei a traçar um caminho de beijos, explorando seus seios, descendo lentamente por sua barriga até alcançar o centro de sua feminilidade. Lancei-lhe um olhar carregado de malícia antes de prosseguir. Ela estava ofegante, e seu corpo reagia a cada toque meu.
Passei a língua suavemente em seu centro, arrancando um arrepio imediato dela. Melissa agarrou a cabeceira da cama, tentando se segurar enquanto eu usava os dedos para criar movimentos circulares delicados. Ela estava tão excitada que seu clitóris estava rígido e sensível, o corpo inteiro reagindo. Suas pernas se contraíram, e ela arqueou as costas, levantando o quadril em direção a mim.
— Henry! — Seu tom era um misto de alerta e entrega, a voz ofegante.
— Está gostoso! Você é deliciosa, meu amor. — Murmurei contra sua pele antes de voltar a deslizar minha língua em sua intimidade molhada. Perdi-me nela, no sabor, nas curvas, em cada detalhe. Meu próprio corpo estava rígido, pulsando de desejo enquanto ela gemia arrastado, puxando meus cabelos com força. O olhar de luxúria que me lançava era incendiário.
— Henry! Meu Deus, vou enlouquecer. Você está me deixando trêmula. — Sua voz era um gemido puro, o rosto erguido e um sorriso safado surgindo em seus lábios. Minha Melissa. A sonoridade de nossas respirações pesadas preenchia o quarto, misturando-se aos gemidos e às confissões sem vergonha.
— Goza para mim. Goza, minha deliciosa, minha safada. — Murmurei, dando um tapa firme em sua bunda, apenas o suficiente para arrancar mais um gemido dela.
— Ahh… que delícia! — Ela gritou, mordendo os lábios enquanto seu corpo se arqueava sobre o colchão. Melissa agarrou os lençóis com força, os movimentos descompassados denunciando o ápice de seu prazer. Sentia sua intimidade pulsar contra meus lábios, e continuei até provar cada gota de seu mel. Ela puxou meus cabelos, segurando-me com força, enquanto eu brincava com a língua, prolongando seu êxtase.
Seu sabor era viciante, e o desejo de possuí-la por completo crescia em mim. Levantei-me, encarando-a com firmeza, enquanto ela ainda recuperava o fôlego.
— Você nunca vai deixar de ser minha. — Declarei, com uma intensidade que selava minha promessa.
— Você me deixa louca. — Sua voz saiu baixa, entrecortada pela respiração ainda ofegante.
— Agora eu vou te deixar LOUCA. — Respondi com um sorriso cheio de malícia, levantando-me para ajustar o som. Tínhamos nossas técnicas antigas para abafar os barulhos, e decidi usá-las novamente. Ao perceber, ela sorriu, aquele sorriso faceiro que sempre me desarmava. Como um rosto tão angelical consegue ser tão safado entre quatro paredes? Até hoje me pergunto isso. Coitado de quem acredita na doçura que ela exibe para o mundo.
Liguei o som em um volume moderado — nada muito alto. Tenho ciúmes até de seus gemidos, e na minha cabeça, só eu tenho o direito de ouvi-los. Mais ninguém.
Voltei para perto dela, e Melissa me encarou, mordendo o dedo com um charme desmedido. Essa mulher me enlouquece.
— Me fode, vem, safado. Adoro esse pau duro assim. — Sua voz saiu carregada de provocação.
— Vai gemer gostoso... pra mim. — Deitei-me ao lado dela, segurando sua nuca e guiando seu rosto para o meu pescoço. Massageei seu clitóris e enfiei um dedo em sua intimidade. Ela gemeu alto e gostoso no meu ouvido.
— Ah... ahhhh. — Seus gemidos me fizeram sorrir, satisfeito. — Faz mais. — Pediu, com os olhos fechados e um sorriso no rosto. Balancei a cabeça em afirmação, mordendo seu lábio e olhando-a com ousadia. Ela retribuiu o sorriso, e eu repeti o movimento.
Melissa abraçou meu pescoço, suas unhas rasgando levemente minha pele enquanto seus lábios buscavam os meus com urgência. Penetrei-a novamente com mais força e ritmo, e ela se moveu nos meus dedos, abrindo mais as pernas para mim.
— Vem, tô com saudade desse pau gostoso. — Ela gemeu entre os beijos.
Minha resposta foi voltar a tomar sua boca enquanto ela segurava meu membro, massageando-o com movimentos lentos, dando atenção especial à cabeça. Era enlouquecedor.
— Senta, vem. Estou morrendo de tesão só de lembrar da sua sentada gostosa.
— Você não presta, seu gostoso. — Ela sorriu, vindo por cima de mim. Alisou meu pau e fez menção de provocar ainda mais, enquanto eu, em um impulso, agarrei a parte de trás de sua cabeça e a beijei novamente, com intensidade.
— Acho que vou te deixar assim, bem duro. — Ela jogou charme, um brilho travesso nos olhos.
— Teria coragem de me deixar assim? — Perguntei, incrédulo. Só a ideia me fazia perder o juízo.
— Quem sabe? — Ela retrucou, mordendo o lábio.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Depois do fim... Um recomeço para o CEO