Henry me ergueu e me sentou novamente sobre a mesa. Minha mão foi instintivamente até seu pau, e me levantei, decidida. Dei a volta em torno dele, sentindo seu olhar acompanhar cada movimento meu. Ele me abraçou por trás, seu membro pressionando contra meu bumbum, mas eu me virei para encará-lo. Com um movimento rápido, puxei uma cadeira, fazendo-o sentar.
Retirei sua camisa com agilidade e me posicionei em seu colo, de frente para ele, as pernas abertas. Mas não deixei que ele me invadisse. Apenas rebolava em cima dele, provocando-o enquanto capturava seus lábios em um beijo quente e cheio de desejo.
Deixei seus lábios e comecei a traçar um caminho pelo seu pescoço, minhas mãos deslizando por seu peito, apertando sua pele com firmeza. Desci de seu colo, ajoelhando-me diante dele. Seus olhos me encaravam com malícia pura.
— Ajoelhou, tem que rezar, amor. — Ele disse com aquele tom cheio de safadeza que me tirava o juízo. Adoro tudo nele, mas essa malícia é, sem dúvida, a parte que mais me encanta. Deve ser loucura minha, já que sei o quanto ele é cobiçado por suas antigas conquistas.
— Sempre rezo, você sabe. Ou será que se esqueceu? — Peguei seu pau em minhas mãos, acariciando-o antes de deslizar minha língua por ele, chupando devagar. Ele fechou os olhos, e um gemido escapou.
— Porra, como esquecer… — Disse ele, a voz carregada de desejo. Eu sabia bem como agradá-lo. Essa era a vantagem de conhecê-lo tão bem. Enquanto ele segurava e massageava seu pau, eu alternava entre carícias com a boca, a língua e as mãos, sempre mantendo o ritmo que ele adorava.
— Ahhh, continua, vai. Que delícia, amor. Que boca deliciosa. — Ele murmurava, segurando firme meus cabelos, incentivando-me a manter a constância. Observava-o morder os lábios e levantar a cabeça, completamente entregue. — Me deixa louco, Melissa. Que porra é essa… — Sorrio com minha melhor cara de safada.
Continuei chupando-o, sentindo seu corpo tremer de prazer. Henry, ofegante, segurou meu rosto e começou a bater levemente seu pau em minha boca. Já mencionei que ele gosta de um toque de selvageria?
— Porra, quer me enlouquecer. — Disse ele, agora mais eufórico. Coloquei a língua para fora enquanto ele continuava suas "carícias", movendo seu membro sobre minha boca e rosto.
— Senta. — Pediu, e me levantei. Meus joelhos já estavam vermelhos, denunciando o que eu fazia ali. Ele percebeu e, sorrindo, abaixou-se para beijá-los suavemente, como se quisesse aliviar a vermelhidão. Mas ergui seu rosto e o puxei para um beijo intenso, mordendo seus lábios levemente enquanto me sentava novamente em seu colo. Dessa vez, deixei que ele me invadisse, e um gemido profundo escapou de minha boca.
— Ahhh, que delícia, tentação… — Murmurei, começando a me movimentar por cima dele.
— Porra, Melissa, geme baixo. — Ele pediu, a voz carregada de desejo.

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