— Vocês continuem bebendo, vou ao banheiro rapidinho! — Disse Cristiano, saindo da sala privada.
Ao voltar do banheiro, Cristiano ouviu vozes vindo da sala ao lado.
— Diretor Domingos, aquela Helena é mesmo tão poderosa assim?
— Poderosa uma ova!
— Ela só se acha porque tem o Tomás para apoiá-la.
— Aposto que ela tem algum caso com o Tomás!
— Da última vez, sofri nas mãos dela.
— Na próxima, não vou deixá-la escapar.
— Quero ver aquela vadia implorando debaixo de mim!
— Você não disse que ela sabe lutar? Vai ser fácil lidar com isso?
— Por mais habilidosa que seja, ela não escapará das minhas mãos.
— Helena, aquela piranha, ousou me bater e me humilhar.
— Eu farei com que ela pague o preço!
Lucas Domingos exibiu uma expressão cruel.
Ele era um homem rancoroso.
Jamais esqueceria o que aconteceu no iate.
E daí que ela tinha o Tomás?
Ele já havia decidido se aliar ao pessoal de Vasco Santos.
Então, não teria mais medo de Tomás!
Bang!
De repente, alguém chutou a porta.
Cristiano apareceu na entrada, furioso.
— Quem diabos é você? Chutando a porta assim?
— Bebeu demais? — Perguntou um capanga ao lado de Lucas Domingos.
— É você mesmo quem eu procuro! — Cristiano entrou e agarrou Lucas Domingos pelo colarinho.
— Me solta! Quem é você? — Lucas Domingos manteve a calma, sem levar Cristiano a sério.
— Eu sou o Cristiano!
— Cristiano? Haha, vocês já ouviram falar? — Lucas Domingos virou-se para perguntar aos seus acompanhantes.
— Não conheço. De onde saiu esse Zé Ninguém?
— Ousando fazer baderna aqui.
— Solte o Diretor Domingos agora, ou vai se arrepender!
— Ótimo, então eu vou dizer a vocês.
— A Helena é minha prima!
— Ouvi tudo o que vocês disseram agora há pouco.
— Vocês ousam cobiçar minha prima e falar mal dela! Vão morrer!


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