Lá fora, ninguém sabia que ela usava réplicas, mas sempre que voltava para casa e encontrava Branca Peçanha, a vizinha começava a zombar dela por usar produtos falsificados.
Em resumo, ela nunca conseguiu andar de cabeça erguida na frente de Branca Peçanha.
— Ué? Bianca, onde você comprou esse vestido que está usando hoje? Parece um Chanel. Não me diga que comprou falsificado de novo? Eu já te aconselhei antes: devemos comprar o que nossa condição permite. Para que tanta vaidade? Comprar réplicas o tempo todo não pega bem. — Disse Branca Peçanha propositalmente.
Nesse momento, a atendente também olhou para Bianca com um olhar estranho.
Vendo-a tão bem vestida, não imaginava que fosse tudo falso.
— O que ela veste não é da sua conta. Escuta aqui, você não tem mais o que fazer? — Helena confrontou Branca Peçanha sem cerimônia.
Branca Peçanha não se irritou; pelo contrário, tentou persuadir Helena.
— Senhorita, não se deixe enganar por ela. Ela não é nenhuma herdeira. Você não sabe, mas eu cresci com ela. Sei exatamente o tipo de gente que ela é. Ela adora fingir.
— Branca Peçanha, não exagere! — Bianca advertiu com voz ríspida.
— Ora, ficou bravinha? Estou falando a verdade, não estou? Você pode enganar os outros, mas a mim não engana!
Helena não queria ficar batendo boca ali.
— Bianca, vamos comprar o doce e ir embora logo!
Branca Peçanha bloqueou o caminho delas.
— Eu já disse. Eu quero essa sobremesa!
— Atendente, pode cobrar! — Branca Peçanha fez menção de pegar o celular.
A atendente ficou em uma situação difícil.
— Senhorita, estas duas moças pediram a sobremesa primeiro.
Branca Peçanha disse de forma autoritária:
— Mas elas ainda não pagaram, certo? Se não pagaram, por que eu não posso comprar? Além disso, sou cliente VIP aqui. A loja não diz que VIPs têm prioridade? Portanto, a sobremesa deve ser minha!
A atendente continuava hesitante, mas como a outra era VIP, não podia ofendê-la.
Ela olhou para Bianca e Helena.
— Senhoritas, que tal olharem outra coisa?

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