— Ótimo, tio Roberto. Continuamos do mesmo lado.
Weleska deu um sorriso perverso e perguntou: — Qual é o seu plano?
Roberto respondeu: — O filho do Cícero não se dá super bem com você? Isso é simplesmente a melhor moeda de troca. Controlando aquele menino, Cícero e Eduarda estarão em nossas mãos. Vá em frente, pode usar os meus homens à vontade.
Ao ouvirem isso, Nero e os outros hesitaram; não queriam receber ordens de uma mulher, mas não tiveram escolha a não ser concordar com a cabeça, conformados.
— Deixe-me pensar. — Weleska abriu um sorriso cruel e aterrorizante.
Cícero, Eduarda, vocês dois vão pagar pelo que fizeram!
Na véspera do casamento de Augusto e Pérola, Eduarda acompanhava Pérola para escolher o vestido e os acessórios de noiva.
— Eduarda, qual desses vestidos você acha que combina mais comigo?
Com o olhar aguçado de designers, Eduarda e Pérola começaram a analisar profissionalmente o corte dos vestidos e como se ajustavam ao corpo da noiva.
— O vestido volumoso e cheio de strass é muito deslumbrante, mas acho que o tomara que caia de cetim, mais leve, combina muito mais com o seu estilo. A sua aura é mais viva e alegre; o vestido de pedrarias acaba pesando um pouco e ofuscando isso.
Pérola respondeu: — Eu pensei exatamente a mesma coisa que você. Então será esse, eu também gostei muito.
— Certo. Daqui a pouco vamos escolher algumas joias que combinem.
— Uhum. Mas vamos descansar um pouquinho. Passamos a manhã inteira provando vestidos, estou meio cansada. Vamos comer alguma coisa.
— Tá bom, imaginei que estaria com fome. Já fiz uma reserva num restaurante, vamos.
Durante o almoço, Pérola comentou: — Eduarda, eu nunca imaginei que nos tornaríamos uma família. Estou tão feliz que parece até mentira. Será que isso é só um sonho e eu vou acordar de repente?
Eduarda beliscou suavemente a bochecha dela e perguntou: — Ainda acha que é um sonho?
Pérola sorriu com felicidade.

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