Sylvia estava tão meiga e charmosa quanto sempre. Vestia um vestido floral rosa e usava uma presilha de laço nos cabelos.
Ela claramente viu Deise, mas a ignorou, mantendo os olhos cravados em William, como se estivesse completamente enfeitiçada.
William pareceu demorar um segundo para olhar para ela.
— Quem é você? Como sabe que meu sobrenome é Branco?
Ao ver o sorriso de Sylvia congelar de imediato, Deise mal pôde conter o riso.
Ela duvidava muito que ele tivesse esquecido quem era a mulher.
O mais provável era que ele estivesse fingindo não conhecê-la só para constrangê-la.
— O Sr. Branco tem a memória curta, pelo visto. Nós nos conhecemos no jantar da Família Paiva para celebrar o Dia dos Pais, lembra-se?
Com a menção, o rosto gélido de William esboçou uma expressão de quem finalmente compreendera.
— Agora me lembro...
Ao ver que ele a recordara, Sylvia abriu um sorriso orgulhoso.
— Você é a meia-irmã da Deise... Esqueci o seu nome.
O sorriso se contorceu nos lábios dela, mas não havia como se irritar com William.
Ela ainda queria deixar uma boa impressão!
— Sabia que o Sr. Branco se lembraria de mim. Eu sou Sylvia. Pode me chamar apenas de Sylvia.
— Não gosto de tratar pessoas desconhecidas pelo primeiro nome. Peço que a Sra. Paiva mantenha o devido respeito.
Ele sequer olhou para ela. A atitude de manter distância foi explícita.
Por mais que tentasse fingir naturalidade, Sylvia não conseguiu esconder o constrangimento no rosto.
Observando tudo de perto, Deise ficou um pouco surpresa.
Em sua percepção, embora William tivesse uma aura gélida, era sempre muito educado. Ela não esperava que ele descartasse Sylvia de forma tão rude.
— Então essa moça é a sua irmã, Deise?
Leandro perguntou a Deise, e ela respondeu com o rosto sério:
— Ela é filha da mulher que meu pai casou depois.
— Bem, já que são parentes, por que não se senta e janta com a gente?

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