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Divorciei-Me e Casei com o Homem Mais Rico romance Capítulo 385

Ouvindo o que Gregory disse, o rosto de Palmiro se iluminou de pura alegria.

— Obrigado, pai! Eu não imaginava que o senhor me apoiaria tanto em reconquistar a Deise, até gastou uma fortuna para isso.

Gregory ergueu a mão, querendo dar um tapa na cara de Palmiro.

— Que história é essa de apoiar a sua volta com a Deise? Você não sabe qual é a sua missão agora?

A empolgação e o entusiasmo no peito de Palmiro foram imediatamente extintos por Gregory.

— Mandei você dar a bolsa a ela para bajulá-la, fazê-la mudar de opinião sobre você e ganhar a confiança dela... Assim, você terá a chance de conseguir a senha do cofre e roubar a fórmula!

— Mas pai...

A expressão de Palmiro se tornou dividida, conflituosa e dolorosa.

— Independentemente de eu conseguir ou não roubar essa fórmula... se isso vier à tona, eu nunca mais poderei recomeçar com a Deise!

— A essa altura do campeonato e você ainda pensando em recomeçar?!

Dessa vez, a bofetada de Gregory acertou Palmiro em cheio.

— A fórmula tem que ser roubada de qualquer maneira!

Gregory ordenou a Palmiro com o semblante frio.

— Se você falhar... viverá o resto da vida dependendo dos outros, sendo um inútil. E, então, só lhe restará assistir a Deise se casar de novo com outro homem muito mais rico e poderoso do que você!

— Contudo, se você tiver sucesso e roubar a fórmula, a nossa Família Marques poderá se reerguer das cinzas.

— Nesse caso, quem irá à falência será a Saúde Paiva Ltda...

Enquanto falava, a mão pesada de Gregory pousou no ombro de Palmiro.

— Pense bem: se a Saúde Paiva Ltda. realmente for à ruína... a Deise não terá recursos para te rejeitar. Ela não terá escolha a não ser ficar nas suas mãos, e pode até acabar implorando pela sua ajuda como um cachorrinho...

Guiado pelas palavras sedutoras de Gregory, Palmiro imaginou de forma involuntária a cena em que a Saúde Paiva Ltda. fechava as portas e Deise, aos prantos, suplicava piedosamente a ele.

Aquela sensação...

Seria maravilhosa!

— Certo, eu entendi, pai. O senhor abriu os meus olhos.

Ao ver que não havia mais confusão nem hesitação no olhar de Palmiro, Gregory suspirou aliviado internamente.

A febre de Beatriz em seus braços era tão severa que Palmiro não teve tempo para questionar Victória sobre o motivo de não ter levado a menina direto para o hospital.

Ele saiu correndo com Beatriz nos braços. Victória o seguiu de perto, incapaz de conter um sorrisinho de canto nos lábios.

Ela sabia. Por menos que Palmiro se importasse com ela, seria impossível que ele não tivesse nenhum afeto por Beatriz.

Afinal de contas, Beatriz era a filha biológica e carne da carne de Palmiro.

Como ela e Beatriz haviam sido despachadas para o interior pela Família Marques, sua única esperança de voltar a viver na cidade grande era Palmiro.

Por essa razão, ela havia dado um banho de água fria em Beatriz, forçando a menina a ter uma febre alta.

Com isso, ela encontrou a desculpa perfeita.

Victória e Palmiro levaram Beatriz juntos para a emergência do hospital, onde o médico recomendou que ela fosse internada para receber soro na veia.

Palmiro fez questão de alugar um quarto particular para Beatriz, e ficou ao lado da cama fazendo companhia à filha junto com Victória.

— Irmão... você ainda me culpa?

Victória perguntou com uma voz manhosa, segurando cautelosamente a mão de Palmiro.

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