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Dominada pelo CEO romance Capítulo 6

Diana

Estava afundada no meu sofá há horas. Duas, talvez três. O tempo parecia ter parado enquanto a minha cabeça girava como uma montanha-russa desgovernada. Eu não conseguia pensar direito. Tinha um buraco no meu peito, uma mistura de culpa, excitação e puro caos emocional.

O Ethan.

O meu chefe.

O homem que sempre foi meu fetiche proibido, meu crush silencioso, meu pecado não confessado.

Dois anos me corroendo por dentro, cheia de pensamentos indecentes, noites suadas e fantasias sujas… e agora? Agora a gente tinha transado. Real, oficial.

Era pra eu estar feliz, né? Realizada, pulando de alegria. Mas tudo parecia errado. Ou certo demais pra ser real. Era o tipo de coisa que a gente guarda na imaginação. Que se vive só com os olhos fechados, no escuro do quarto. Nunca pensei que isso pudesse, de fato, sair da minha cabeça e virar carne. Pele. Tesão bruto.

A parte mais louca? Foi perfeito. Quente, intenso, dominador do jeito que eu sempre imaginei. E mesmo assim... eu queria fugir.

E se minha mãe souber?

A mulher que deu a vida pra me tirar do nada, que me criou sozinha quando meu pai fez o favor de sumir no mundo. Ela ralou como uma condenada pra me ver chegar aqui — num emprego decente, numa cidade grande, tentando construir uma vida.

E agora eu vou botar tudo a perder? Jogar no lixo tudo o que ela fez por mim… por causa de uma transa?

Ok, não foi uma transa qualquer. Foi uma foda daquelas que viram lenda. Mas mesmo assim...

Talvez tenha sido um erro.

O problema é: como eu vou resistir ao Ethan agora?

Depois de sentir como é delicioso ser tocada por ele, ser usada, ser fodida duramente. Depois de ouvir a voz dele rouca enquanto goza dentro de mim…

Como é que eu volto a agir normalmente?

O barulho da campainha me arrancou do transe. Dei um pulo no sofá, achando que finalmente era o entregador com meu pedido.

— Já vai! — gritei, tentando parecer mais animada do que realmente estava.

Enquanto corria pelo apartamento, vesti o primeiro roupão que encontrei pendurado na cadeira. Não dava pra atender a porta usando só uma camiseta surrada do Legião Urbana e uma calcinha minúscula. Era tudo que tinha limpo no momento — o resto das roupas estavam entre a máquina de lavar e a secadora, em algum estágio de sobrevivência.

Girei a maçaneta sem nem olhar direito. E quase tive um infarto.

— Ethan?! — a voz saiu falhada, tropeçando nas sílabas. — O que você tá fazendo aqui?

Ele estava ali. Em carne, osso e um terno perfeitamente engomado, como se tivesse saído direto de um ensaio de uma revista de moda masculina. E o pior: segurando duas sacolas com o nome do meu restaurante chinês favorito.

— É assim que você cumprimenta seu chefe? — ele disse, estendendo as sacolas como se nada estivesse fora do normal.

Peguei a comida num gesto automático e fui direto pra mesinha da sala, tentando esconder meu colapso mental.

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