Durante aqueles dois dias, Tatiane permaneceu na casa de Isadora para fazer companhia a Bia.
Na manhã do sepultamento, levou a filha bem cedo à capela onde acontecia o velório, acompanhando os membros da família Carvalho.
Assim que viu o pai, Bia correu até ele.
— Papai.
Henrique se abaixou, pegou a menina no colo e a apertou contra o peito. Depois, murmurou algumas palavras de consolo ao ouvido dela.
Bia apoiou a cabeça no ombro do pai e assentiu.
Pouco depois, Henrique tornou a colocá-la no chão.
Tatiane segurou a mão da filha e permaneceu alguns passos atrás dele, aguardando o início do cortejo fúnebre.
Quando chegou a hora, o caixão foi retirado da capela e levado até o carro funerário.
As famílias Barbosa e Carvalho seguiram logo atrás. Soluços contidos quebravam o silêncio, tornando o clima ainda mais solene e doloroso.
Todos seguiram em cortejo até o cemitério.
O sepultamento só terminou por volta das onze da manhã. Aos poucos, as pessoas começaram a se dispersar.
Henrique desceu os degraus com Bia nos braços, enquanto Tatiane vinha logo atrás.
Quando retornaram à capela, os funcionários já começavam a recolher as flores e desmontar a estrutura usada durante o velório.
Depois do almoço, os convidados se despediram, um a um, dos membros das famílias Barbosa e Carvalho antes de irem embora.
Em uma das salas reservadas, Bia se aconchegou junto de Tatiane e acabou adormecendo.
Tatiane a deitou com cuidado no sofá, cobriu-a com uma manta e permaneceu sentada ao lado dela.
Quando Isadora e Lílian entraram e perceberam que a menina dormia, recuaram em silêncio.
Algum tempo depois, Henrique abriu a porta e entrou.
Tatiane ergueu os olhos.
Era evidente que ele mal havia descansado nos últimos dias. As pálpebras estavam inchadas, as olheiras marcavam o rosto e a barba por fazer acentuava ainda mais o cansaço em suas feições.
Henrique olhou para ela.
Por um instante, os dois se encararam.
Nenhum deles, porém, disse nada.
Henrique caminhou até Bia, sentou-se ao lado dela e observou a filha adormecida por alguns instantes. Então, passou os braços sob o corpo da menina e a pegou com cuidado no colo.
Ao se levantar, falou com a voz baixa e rouca:
— Vou mandar alguém levar você para casa.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...
O autor parece uma pessoa perdida na floresta: gira.....gira..... E volta sempre ao ponto de partida....
Horrível a gente pagar caro pra ler um livro e ficar faltando tantas falas, eu teria que ter bola de cristal para adivinhar né...
Kd os novos capítulos?...
Ia ser tão top se tivesse uma sena quente dela e de Leandro e ele finalmente se declarasse pra ela. To chapando muito!...