Henrique chegou ao Centro Internacional de Convenções.
Assim que desceu do carro, encontrou Leandro.
Foi ele quem tomou a iniciativa. Cumprimentou-o com um breve aceno de cabeça, aproximou-se e estendeu a mão com toda a cordialidade.
— Senhor Leandro.
Por trás das lentes dos óculos, Leandro lhe dirigiu apenas um olhar indiferente.
No instante seguinte, desviou a atenção, sem demonstrar a menor intenção de apertar sua mão. Passou direto por Henrique e foi cumprimentar alguém que acabava de chegar.
— Senhor Leandro, quanto tempo!
— Realmente. Faz tempo.
Leandro apertou a mão do homem com entusiasmo e conversou com ele por alguns instantes. Pela desenvoltura dos dois, ficava claro que se conheciam bem.
Henrique, embora tivesse sido ignorado, não demonstrou o menor constrangimento.
Recolheu a mão com naturalidade, mantendo nos lábios um sorriso quase imperceptível.
Logo outra pessoa se aproximou para cumprimentá-lo.
Henrique se virou e trocou algumas palavras de cortesia, como se nada tivesse acontecido. Ao redor deles, o clima continuou perfeitamente cordial.
Ainda assim, ninguém deixou de notar a atitude de Leandro.
Não era segredo que a NovaCapital e a Alvorada estavam longe de manter uma relação amistosa.
Em eventos públicos, Henrique e Leandro raramente trocavam mais do que o estritamente necessário.
Só o fato de Henrique ter tomado a iniciativa de cumprimentá-lo já havia chamado a atenção.
Mais surpreendente ainda fora Leandro simplesmente ignorar a mão estendida e seguir em frente.
Aquilo, sim, fugia completamente à maneira como ele costumava se portar em público.
O grupo seguiu para o salão do evento.
Assim que Leandro e Henrique entraram, várias pessoas se aproximaram para cumprimentá-los.
Algumas aproveitaram para perguntar a Henrique como ele estava e demonstraram preocupação com o incidente ocorrido anteriormente.
André, responsável pelo órgão governamental de comércio e investimentos, também estava presente naquela manhã.
— E aí? Como você está?
— Muito bem.
André abriu um sorriso sugestivo.
— É mesmo? Que bom, então.
Henrique estreitou os olhos.
— Que tom é esse?
André respondeu como se não houvesse nada demais:


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Eu pulei do capítulo 1122 para o capítulo 1146 e, ACREDITEM....., não senti nenhuma diferença....
Entre os parágrafos: OS DOIS SE VIRARAM...e ANDRÉ DEMONSTROU SURPRESA.; tem mais 5 parágrafos sim bastante coisa. Aqui a gente paga e não recebe toda a história. Acompanho no app GOOD NOVEL e vejo que falta muito texto aqui....
Esse livro era otimo ate o capitulo 700 mas agora esta simplesmente um porre.... sem falar q atualiza a prestação. Ja gastei tanto tempo e dinheiro, so por isso continuo... se naoz queria nem ler essa porcaria mais....
Um capítulo por dia!!!! Não é possível, a história já está se arrastando faz tempo, nenhuma tomada de decisão e agora um capítulo por dia! Acho que a autora quer que os leitores abandonem o livro....
Agora vai um capítulo por dia? Então muda lá na capa onde diz "7 capítulos por dia"....
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...