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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 105

No dia seguinte,

Cristiano tinha uma reunião marcada com um parceiro de negócios, então não pôde acompanhar Tatiane ao campo de golfe.

Tatiane suspirou, em tom de brincadeira:

— Ser o chefão realmente não é nada fácil, hein?

Cristiano sorriu.

— Vai se divertir. Aproveita para relaxar um pouco também, porque, daqui para a frente, você vai ter bastante trabalho.

E era verdade.

Aqueles poucos dias eram praticamente o único tempo livre que Tatiane teria. Depois disso, sua agenda ficaria lotada, uma coisa em cima da outra, sem trégua.

Depois do almoço, ela se despediu de Marcos e dos outros antes de sair de carro.

Quarenta minutos depois, chegou ao campo de golfe da área ecológica, no subúrbio leste.

Ela tinha se atrasado um pouco, e Patrícia e os demais já estavam no campo àquela altura.

Tatiane estacionou, desceu do carro e pegou a bolsa e a sacola com a troca de roupa.

O tempo naquele dia estava agradável. Havia sol, mas sem calor excessivo.

Tatiane usava um conjunto lilás de tecido leve e corte elegante. A faixa solta na gola balançava suavemente ao vento, realçando ainda mais a delicadeza do seu pescoço. Naquele dia, a maquiagem também estava mais leve e natural.

Ela seguiu em direção à recepção.

Foi então que um Rolls-Royce parou lentamente em frente à entrada.

Um funcionário correu até o carro e abriu a porta.

No mesmo instante, Tatiane avistou, perto da entrada, uma silhueta que lhe pareceu familiar.

Lucas!

Logo em seguida, o homem desceu do carro.

Alto, de porte elegante, ele vestia uma camisa de manga curta em tom bege-claro e uma calça casual branca. O perfil impecável continuava tão nobre e atraente quanto cinco anos antes.

Na sequência, a mulher desceu pelo outro lado. Vestia um vestido no mesmo tom bege suave. Ao se aproximar dele, segurou-lhe naturalmente o braço.

A mão de Tatiane, que apertava a bolsa, se contraiu sem que ela percebesse.

Ela forçou a própria respiração a se estabilizar, obrigando-se a manter a calma. Então subiu os degraus como se nada tivesse acontecido.

Lucas cumprimentava os dois quando, pelo canto do olho, notou uma silhueta esguia vestida de roxo. Virou a cabeça por reflexo.

E bastou um olhar.

Lucas ficou momentaneamente atordoado.

Sem desviar os olhos, Tatiane passou reto pelos três e entrou no saguão.

— Lucas.

Lucas voltou a si.

Karine sorriu e brincou:

— Não cansou de admirar a moça, não? Ela já foi embora, e você ainda estava olhando.

Lucas soltou um sorriso constrangido.

— Vamos entrar.

O encontro daquele dia tinha sido organizado por Lucas. Ele convidara os dois, além de outro amigo do círculo deles.

Guiada por uma funcionária, Tatiane foi primeiro ao vestiário para trocar de roupa. Vestiu um conjunto esportivo branco, prendeu todo o cabelo e colocou um boné.

Quando saiu do vestiário, deu de cara com Karine, que entrava para se trocar.

Ao ver Tatiane, Karine não conseguiu evitar lançar-lhe um olhar demorado, examinando-a da cabeça aos pés.

Karine sempre tivera extrema confiança na própria aparência. No círculo social em que vivia, acostumara-se a acreditar que ninguém podia se comparar à sua beleza.

E, durante todos aqueles anos, vivera cercada pelos elogios que os outros lhe dirigiam.

Na entrada, Karine não tinha conseguido ver direito o rosto dela, apenas aquele contorno perfeito, as costas impecáveis, a silhueta alta e elegante. E, sem perceber, já começara a se comparar.

Agora, vendo-a de boné, diante dela, teve de admitir uma coisa.

A mulher era realmente muito bonita.

Mesmo com o conjunto esportivo folgado, ainda era impossível esconder o corpo esguio e bem delineado. Paradas ali, lado a lado, bastou um instante para ficar evidente que ela era alguns centímetros mais alta.

E isso, sem motivo aparente, incomodou Karine.

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