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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 300

— Tchau, vovó. Tchau, vovó Eliane.

Bia acenou para as duas.

— Tati, vamos também. — Chamou Noemi.

Tatiane recompôs a expressão e tratou de afastar aqueles pensamentos.

Bianca, Eliane e Karine deixaram a loja.

Do lado de fora, Eliane perguntou:

— Já que essa Evelyn é a mãe da Bia, por que não assumiu isso?

Os olhos de Bianca se tornaram ainda mais frios.

— Naquela época, ela abandonou a filha e foi embora sem olhar para trás. Agora que voltou, é óbvio que não tem coragem de admitir. Pelo menos ainda tem um mínimo de vergonha na cara.

Quando chegaram ao estacionamento subterrâneo, as três se separaram.

Assim que entrou no carro, Karine começou a reclamar com a mãe, chorando.

Eliane logo a consolou:

— Eu sei que você saiu prejudicada nessa história. Mas o Henrique mima demais a Bia, então você precisa conquistar a menina. Mesmo que não goste dela de verdade, pelo menos na frente dos outros tem que saber disfarçar. Já esqueceu o que eu te disse?

Karine fungou e resmungou:

— Mas, mãe... Eu realmente não suporto aquela pestinha.

— Karine. — Eliane a interrompeu na mesma hora. — Se você ainda quer se casar com Henrique, vai ter que fazer isso. E agora que você saiu machucada dessa confusão, a senhora Bianca vai sentir ainda mais pena de você.

Karine fungou de novo, mas entendeu perfeitamente o que a mãe queria dizer.

Afinal, Bianca tinha acabado de lhe dar um colar caríssimo para consolá-la.

Ela apertou os dedos com força.

— Eu entendi.

No fim da tarde, Cristiano e Roberto ainda não tinham ligado, e Tatiane continuava sem saber como as coisas estavam.

Mais tarde, ela e as outras foram jantar no La Aurora.

Por coincidência, acabaram encontrando o senhor Vinícius e o pessoal da Revista de Finanças.

Tatiane então parou para conversar um pouco com eles.

Patrícia e Noemi subiram primeiro com as crianças para o reservado no segundo andar.

Tatiane não demorou muito ali.

Mal tinha subido, o celular vibrou.

Ela pegou o aparelho e viu que era Roberto ligando.

Atendeu enquanto caminhava até a varanda, em busca de um lugar mais silencioso.

— Alô, Beto.

— Já jantou? — Perguntou Roberto.

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