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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 163

Isso porque Noemi havia ligado para ela mais cedo.

Nos dois últimos dias, Noemi tinha levado Ceci para passear em outra cidade. Durante a viagem, as duas passaram por um santuário muito conhecido, e Noemi fez questão de trazer de lá uma medalhinha de proteção para a carreira de Tatiane.

Como sabia que Tatiane viajaria para Horizonte Novo para negociar um projeto e ainda daria tempo por causa do horário do trem, Noemi insistiu para que ela esperasse e levasse a medalhinha consigo.

Por isso, Tatiane ficou na área de desembarque aguardando por elas.

Dez minutos depois, recebeu uma mensagem de Noemi avisando que já havia descido do trem.

Alguns minutos mais tarde, Tatiane ergueu os olhos.

E, por ironia do destino, deu de cara justamente com a última pessoa que queria ver.

Henrique.

Ele vestia uma camiseta branca de mangas curtas, que deixava à mostra os braços fortes e bem definidos. Uma das mãos estava enfiada no bolso, e no pulso reluzia um relógio que claramente custava uma fortuna. A calça preta destacava ainda mais o desenho das pernas longas e retas. De óculos escuros, deixava à mostra apenas a metade inferior do rosto bonito, frio e impecável e carregava aquela aura distante e gelada de quem mantinha qualquer estranho à distância só com a própria presença.

Ele vinha em passos largos e firmes.

Tatiane revirou os olhos sem conseguir evitar. Desviou o olhar na mesma hora, como se ele nem estivesse ali.

Ainda assim, ela sentiu.

Henrique estava olhando para ela.

Foi então que, naquele exato instante, Noemi apareceu empurrando a mala, com Ceci sentada em cima.

Tatiane apressou o passo e foi ao encontro das duas.

— Dinda! — Ceci gritou, radiante.

O homem, que vinha passando sem a menor intenção de parar, interrompeu os passos ao ouvir aquela vozinha.

Tatiane pegou Ceci no colo e não resistiu: cobriu a pequena de beijos. Já fazia tempo que não via a afilhada.

— A Ceci sentiu saudade da dinda?

— Senti. Claro que senti. Mas a mamãe disse que a dinda tá sempre, sempre muito ocupada.

Tatiane sorriu e acariciou o rostinho dela.

— Quando a dinda terminar o que está fazendo, vai passar bastante tempo com a Ceci, tá bom?

— Tá bom.

Noemi entregou a Tatiane as medalhinhas que tinha trazido para ela: uma para proteger sua carreira e outra para proteção.

— Com isso aqui, esse projeto já é seu.

Tatiane pegou as medalhinhas, guardou as duas com cuidado na bolsa e brincou:

— Então, se eu fechar esse negócio, o mérito vai ser todo seu.

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