Ao se lembrar do Audi que encontrara na entrada, Felipe perguntou casualmente quem era aquele homem.
— Cristiano. Ele é filho da sua tia Mônica. Hoje de manhã ainda tinha alguns assuntos da empresa para resolver, então acabou de sair. Quando ele voltar, vocês podem conversar melhor. O Cristiano também é um bom rapaz. Esforçado, ambicioso, e trata muito bem a sua irmã. — Respondeu Marcos.
Ao falar de Cristiano, Marcos soava orgulhoso, como se estivesse falando do próprio filho. Estava distraído brincando com Theo e, por um instante, nem percebeu a mudança na expressão de Felipe.
Só quando não ouviu resposta alguma, levantou os olhos para ele e perguntou:
— Fê, o que foi?
Felipe voltou a si em meio ao choque e à confusão. Forçou um sorriso.
— Na... nada.
Por um momento, sua mente ficou completamente em branco.
Foi como levar um golpe seco no peito. Por alguns segundos, Felipe quase não conseguiu respirar. O sangue pareceu gelar nas veias, os dedos tremeram sem que ele conseguisse controlar, e nenhuma palavra saiu.
O céu, carregado desde o amanhecer, enfim deixou cair os primeiros flocos de neve.
Na mansão da família Barbosa, a decoração daquele dia estava especialmente festiva.
Carros de luxo entravam um após o outro, seguindo para o estacionamento subterrâneo da propriedade.
Naquele dia, a família Carvalho havia ido à mansão dos Barbosa para a celebração da véspera de Natal.
O carro de Henrique parou devagar. Um funcionário da garagem se aproximou e abriu a porta.
Tatiane desceu.
Ela usava um casaco vermelho de corte sofisticado, combinado com um vestido longo branco de cashmere. As joias de pérola completavam o visual, dando a ela uma elegância discreta, nobre e impecável.
Nos pés, Tatiane calçava saltos altos. Como o estacionamento subterrâneo era aquecido, ela não sentia frio algum.
Ela desceu do carro segurando a mãozinha de Bia.
Naquele dia, Bia usava um vestido vermelho encantador, que combinava com a roupa de Tatiane como um verdadeiro look mãe e filha.
Henrique já havia dado a volta até a frente do carro e esperava pelas duas.
Ele vestia um terno sob medida, escuro e impecável, acompanhado de uma camisa clara e gravata discreta. Alto, elegante e com aquele rosto bonito de expressão serena, Henrique parecia o legítimo herdeiro de uma família tradicional, carregando uma distinção natural, quase impossível de imitar.
Seu olhar, ao pousar em Tatiane e Bia, era tão suave que, aos olhos de qualquer pessoa de fora, os três pareciam uma família perfeitamente feliz.
— Rick!
Henrique virou a cabeça e viu André descendo do carro com mais duas pessoas.
— Bia!
Lílian chamou.
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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
A história é demasiadamente repetitiva. Mesmas falas, mesmo enredo. Parece açougueiro enchendo linguiça...
Até que fim o Henrique está tendo atitude de marido...
Gente, sou favorável que Henrique e Tati fiquem juntos, mas para isso ele precisa assumir verbalmente para ela que arrepende de tudo que fez, afinal ele também foi vítima desse casamento "arrajado", assumir os erros, pedir perdão declarar que a ama é o mínimo....
Falta o capítulo 763...
Kd o capítulo 763...
Está faltando o capítulo 763...
Desisto , 700 capítulos e a história nao muda... repetitiva, redundante, cansativa......
Mais de 600 capítulos e a personagem ainda remoendo dor, parece que é sadomasoquista, nem sinal afeto ou mesmo respeito entre os protagonistas. Acho que vou tentar outras leituras....
Estava gostando muito da história, mas agora perdeu o encanto. A Tati deveria se divorciar do Henrique. E ficar com o Leandro. O título do Livro não tem nada a ver com a história. Acho que nem vou ler o restante....
"O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores", e é por isso que vocês entregam apenas 3/4 do texto original quando começamos a pagar com as moedas? Porque sempre faltam falas e a gente acaba ficando sem entender algumas coisas. Corrijam isso....