Tatiane apoiou as duas mãos nos ombros dele e arregalou os olhos, encarando-o de perto.
O beijo de Henrique era profundo, dominador e carregado de uma intensidade quase agressiva, capaz de lhe roubar o ar.
Só quando percebeu que ela estava chegando ao limite ele diminuiu o ritmo e se afastou devagar.
Tatiane puxou o ar com força, sentindo a mente clarear aos poucos.
Antes de soltá-la, Henrique ainda roçou os lábios nos dela, num gesto lento, delicado e provocador.
Em seguida, recuou o suficiente para contemplar a boca avermelhada e entreaberta, assim como o movimento acelerado do peito dela enquanto tentava recuperar o fôlego.
Tatiane o fitava com os olhos úmidos, sem esconder o ressentimento.
Henrique sorriu de canto, tomou-lhe a mão e disse:
— Vamos.
Os dois deixaram o aeroporto e entraram no carro.
Durante o trajeto, Tatiane continuou observando Henrique com atenção.
Ele parecia exatamente o mesmo de sempre. Não havia qualquer ferimento em sua testa, muito menos marcas que indicassem que tivesse sofrido um acidente.
Henrique percebeu que ela o examinava e esboçou um sorriso.
— O que foi? Passou tempo demais sem me ver?
— Então me diga. Onde exatamente aconteceu esse acidente de carro?
O sorriso dele não desapareceu.
— O importante é que agora estou bem.
Tatiane ainda o encarou por alguns segundos. Depois, baixou os olhos e voltou o rosto para a janela.
Aquela altura, continuar fazendo perguntas não mudaria nada.
Henrique a levou diretamente ao Central Park Tower.
Assim que desceram do carro, ele lançou um olhar para a pequena mala de bordo de vinte e duas polegadas.
Era evidente que Tatiane pretendia partir a qualquer momento.
Henrique, porém, não comentou nada. Apenas pegou a mala das mãos do segurança e perguntou:
— Tem pamonha para mim aí dentro?
— Não trouxe.
Um sorriso discreto surgiu nos lábios dele.
Henrique segurou a mão dela.
— Vamos.
Eles subiram até o sexagésimo oitavo andar.
Henrique estivera morando ali durante todo aquele período.
O apartamento era enorme. Das janelas panorâmicas da sala, era possível ver o Central Park e, mais adiante, as luzes de Nova York recortando a noite.



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...