Tatiane balançou a cabeça.
Mônica soltou um suspiro leve e não perguntou mais nada.
Meia hora depois.
Assim que Tatiane voltou para casa, o celular tocou.
Era Leandro.
Tatiane explicou toda a situação com calma.
Enquanto ouvia, o semblante de Leandro foi ficando sério.
— Você tem certeza de que foi a Karine quem segurou a aquisição da Barbosa Prime sobre a Alpha Gestão? — Perguntou, com a voz mais baixa.
— Tenho. — Respondeu Tatiane. — Antes, trabalhei com uma executiva do alto escalão do Grupo MK. Foi ela quem me ajudou a confirmar. Eu também revisei todos os materiais enviados pela empresa do meu pai. Não há problema nenhum. Do jeito que está agora, só conversando pessoalmente com o Felipe. Caso contrário, esse negócio não fecha.
Mesmo que o resultado final não fosse favorável, Tatiane ainda queria tentar.
Leandro ficou em silêncio por um instante e então disse:
— Coincidentemente, hoje à noite vai ter um coquetel empresarial. O Felipe provavelmente estará lá. Se você puder ir, eu te levo e tento marcar um momento pra vocês conversarem pessoalmente.
Tatiane aceitou sem hesitar.
— Tudo bem. Obrigada, professor Leandro.
— Não é nada. Então se arruma. Depois do trabalho, eu passo aí pra te buscar.
— Certo. Estou no Condomínio Vila Real.
— Combinado.
Tatiane desligou.
Ela imprimiu novamente todo o material da Alpha Gestão e organizou os documentos com cuidado. Depois tomou um banho rápido, arrumou o cabelo e fez uma maquiagem leve, nada exagerado, apenas o suficiente para parecer apresentável.
Contou a Mônica que iria a um evento empresarial com Leandro naquela noite, explicando apenas que era para resolver um problema relacionado à empresa do pai.
Mônica ficou preocupada e quis acompanhá-la.
— Mô, tá tudo bem. Vou com o professor Leandro. — Disse Tatiane, tentando tranquilizá-la.
Mônica hesitou por um momento, mas acabou cedendo.
— Então tá… Vai com cuidado.
Às seis da noite.
Depois de jantar, Tatiane desceu com os documentos em mãos. Leandro já a aguardava do lado de fora.
Ela entrou no carro.
Ainda apreensiva, Mônica fez questão de lhe dar algumas recomendações antes de fechar a porta. Leandro sorriu de leve e disse, em tom tranquilo:
— Fique tranquila, dona Mônica. Eu vou cuidar bem da Tati.
— Então vou deixar com você, professor Leandro.
— Pode deixar.
O carro arrancou, seguindo em direção ao hotel onde o coquetel seria realizado.
No caminho, Leandro puxou conversa:
— Seu pai… Por que decidiu vender a empresa?



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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
30 capítulo e não aconteceu nada de interessante, esse cara é ridículo, a história tá perdendo enredo, era pra tá prendendo a gente , mas já tá um saco, li até aqui e não vi sentido algum. Me desculpa só sendo sincera…...