À tarde, Tatiane recebeu uma ligação de Bia.
— Mamãe, hoje à noite você pode jantar comigo e com o papai na casa do vovô e da vovó?
— A mamãe não vai, meu amor. Ainda tenho trabalho para terminar. A Bia vai dormir na casa da vovó hoje?
— Vou.
— Então pode ir, meu amor.
Bia, porém, ficou um pouco triste.
— Mamãe, a gente não é uma família? Você nunca foi jantar na casa do vovô e da vovó. Hoje a Bia vai falar com eles. Da próxima vez, vou pedir para eles convidarem a mamãe também.
Tatiane ouviu aquilo e não disse muita coisa. Apenas respondeu com um murmúrio baixo e carinhoso.
Depois do expediente, recebeu uma ligação de Cíntia.
— Tati, você está livre hoje à noite? Quer jantar comigo?
Cíntia já a havia convidado duas vezes antes, mas Tatiane realmente não tivera tempo e acabara recusando. Naquele dia, como não precisava fazer hora extra, aceitou.
No restaurante de um hotel cinco estrelas, Cíntia serviu uma taça de vinho tinto para Tatiane.
— Finalmente consegui marcar esse jantar com você. Pelo visto, você anda mesmo ocupada. Bem diferente de mim, que não tenho nada para fazer.
Tatiane pegou a taça e a girou de leve entre os dedos.
— Às vezes, não ter nada para fazer também é bom.
Um sorriso amargo passou pelos lábios de Cíntia, mas desapareceu depressa.
As duas continuaram conversando sobre assuntos banais.
— Quando conheci você, eu realmente nunca teria imaginado que a Tati fosse esposa do presidente da NovaCapital. — Cíntia comentou, emocionada.
Ao lembrar daquela época, Cíntia ainda tinha uma imagem muito nítida de Tatiane: o corpo pesado pela gravidez, a barriga enorme, o rosto marcado pelas manchas típicas daquele período. Qualquer pessoa que a visse daquele jeito dificilmente a associaria a Henrique, um homem de aparência quase impecável.
Quanto a Henrique, Cíntia só o conhecia porque, depois de se casar com um Viana, acompanhara o marido a um coquetel da alta sociedade e o vira de longe.
Onde quer que ele aparecesse, tornava-se o centro de todas as atenções. Era bonito, rico, poderoso e tinha uma presença magnética.
Os olhares das mulheres ao redor, sem exceção, transbordavam admiração.
É claro que, com a posição da família Viana, eles nem sequer tinham status suficiente para se aproximar e cumprimentá-lo.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...
O autor parece uma pessoa perdida na floresta: gira.....gira..... E volta sempre ao ponto de partida....
Horrível a gente pagar caro pra ler um livro e ficar faltando tantas falas, eu teria que ter bola de cristal para adivinhar né...
Kd os novos capítulos?...
Ia ser tão top se tivesse uma sena quente dela e de Leandro e ele finalmente se declarasse pra ela. To chapando muito!...
Não gosto dessa narrativa sem falas claras. Só deduções, o leitor tem que se esforçar para entender o que está acontecendo. Pelo amor de Deus autor melhore essa escrita. Um enredo com mais detalhes é muito mais interessante. Aposto que muito gente desiste de ler por conta desse texto enigmático sem emoções....
A história é demasiadamente repetitiva. Mesmas falas, mesmo enredo. Parece açougueiro enchendo linguiça...
Até que fim o Henrique está tendo atitude de marido...