Tatiane viu o homem entrar pela porta.
Henrique se aproximou carregando o bebê nos braços e, com todo o cuidado possível, colocou a criança ao lado dela.
Tatiane virou levemente o rosto em direção à filha. No canto dos lábios, surgiu um sorriso suave, cheio de carinho. Ao ver a mãe, o bebê abriu um sorrisinho e soltou um pequeno som alegre.
Tatiane queria muito pegar a criança no colo, senti-la de verdade contra o peito, mas o corpo ainda não lhe obedecia. Simplesmente não conseguia se mover.
Mônica observava a cena com os lábios curvados em um sorriso contido. Também queria abraçar o bebê, mas se conteve.
Deitada ao lado de Tatiane, a criança logo fechou os olhos novamente e adormeceu.
Com o olhar cansado, Tatiane encarou o homem à sua frente e perguntou em voz baixa:
— Qual é o nome dela?
— Beatriz. — Respondeu Henrique.
Tatiane repetiu em um sussurro quase íntimo:
— Bia.
Era um nome bonito. Suave.
Ela pediu que Mônica tirasse uma foto dos três juntos, ela, o bebê e a própria Mônica, daquele jeito mesmo, simples, naquele momento silencioso.
Depois disso, Henrique pegou a criança novamente no colo e falou para Tatiane:
— Descanse bem.
Em seguida, saiu do quarto carregando o bebê.
Num piscar de olhos, três dias se passaram.
O estado de Tatiane melhorava pouco a pouco. Ela já conseguia sair da cama e caminhar, embora ainda não tivesse alta médica. Precisaria permanecer internada por mais alguns dias, apenas por precaução.
A criança já havia sido levada de volta para a família Barbosa.
Quando Leandro e Patrícia foram ao hospital para visitá-la, não viram o bebê.
Tatiane então mostrou a eles a foto.
— Cuide bem da sua saúde. Cuide de você. — Disse Leandro.
Qualquer outra coisa que fosse dita não teria utilidade alguma.
Tatiane assentiu levemente.
— Eu sei.
Durante o período em que Tatiane permaneceu internada, Patrícia foi vê-la todos os dias. Sentava-se ao seu lado, conversava, fazia o tempo passar mais depressa.
Roberto, de vez em quando, também aparecia no hospital. Foi ele quem contou que a criança estava agora na mansão do Residencial Aurora, sob os cuidados de profissionais especializados, e que os membros da família Barbosa já haviam ido, um após o outro, conhecer o bebê.
No momento, toda a família Barbosa parecia envolta em uma atmosfera de alegria, como se o Carnaval tivesse chegado mais cedo àquela casa.
Nesses últimos dias, Tatiane não tinha tido nenhum contato com Henrique. Não sabia como a criança estava, nem como eram seus dias.
Marcos empurrou a cadeira para fora do quarto.
Mônica e Cristiano vinham logo atrás, carregando as bolsas.
Ao saírem do hospital, Cristiano correu para buscar o carro.
Foi então que, lentamente, um Bentley parou bem diante deles.
O motorista desceu.
Tatiane olhou para ele e o reconheceu de imediato. Era o motorista de Henrique.
— Senhora Tatiane. — Disse ele com respeito. — Vim buscá-la para levá-la de volta.
Marcos e Mônica trocaram olhares carregados de desagrado. Tantos dias tinham se passado e, no fim, mandaram apenas um motorista.
Antes que Tatiane pudesse dizer qualquer coisa, Mônica tomou a palavra:
— Não precisa. Nossa filha, nós mesmos vamos levar pra casa e cuidar dela direito.
O homem era apenas um funcionário cumprindo ordens. Por isso, apesar da firmeza, o tom de Mônica não foi agressivo.
Mesmo assim, o motorista ficou visivelmente constrangido.
Tatiane então ergueu o olhar para ele e disse com calma:
— Pode ir embora.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...