Felipe baixou o celular e conferiu qual era o voo mais próximo de Santa Vitória para Nova Aurora.
Ao meio-dia, ainda não havia recebido nenhuma ligação de Henrique.
Tentou mais uma vez.
Dessa vez, ele atendeu.
— Já voltou para Nova Aurora?
— Já.
— Vamos almoçar juntos?
— A gente se fala à noite.
Felipe não insistiu.
— Tudo bem.
Uma hora depois, um Rolls-Royce entrou devagar na propriedade da família Barbosa.
Um dos seguranças se aproximou para abrir a porta.
Henrique saiu do carro e seguiu em direção à casa principal.
Havia algo pesado em sua presença, uma tensão que parecia acompanhá-lo a cada passo.
O mordomo veio recebê-lo e parou por um instante ao vê-lo.
Em todos aqueles anos, Henrique sempre lhe parecera frio, reservado e impecavelmente elegante. Jamais o tinha visto daquele jeito, abatido, exausto e muito distante da postura controlada que costumava manter.
— Sr. Henrique, ainda bem que voltou. Todos estão esperando pelo senhor na sala de jantar.
Henrique não respondeu.
Apenas continuou andando, em silêncio.
Naquele dia, praticamente toda a família Barbosa estava reunida.
A enorme mesa de jantar, com lugar para quinze pessoas, estava quase completamente ocupada.
Quando Henrique entrou, as conversas foram morrendo uma a uma.
Em poucos segundos, ninguém mais dizia nada.
Todos os olhares se voltaram para ele.
Antônio e Gustavo até pensaram em cumprimentá-lo, chamando-o de tio, mas bastou verem o semblante de Henrique para desistirem. Os dois ficaram quietos, visivelmente intimidados.
Sentada à cabeceira, Lorena acompanhou sua aproximação.
— Finalmente resolveu voltar.
Bianca se assustou ao ver o estado do filho.
Levantou-se depressa, foi até ele e tentou ajeitar as partes amarrotadas de sua camisa.
— Você não tem descansado direito? Olha só o seu estado... Nem se arrumou.
Henrique passou por ela sem responder e seguiu até a mesa.
Uma das funcionárias puxou a cadeira para que ele se sentasse e, em seguida, lhe entregou uma toalha quente para as mãos.
Henrique a pegou e se limpou em silêncio.
Bianca continuou observando o filho, cada vez mais preocupada. Ao mesmo tempo, uma sensação ruim começou a crescer dentro dela.
Aproximou-se e se sentou ao lado dele.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...