Depois de sair da clínica, Henrique voltou para o Residencial Aurora.
Fazia muito tempo que não colocava os pés em casa.
Assim que entrou na sala, foi recebido por um silêncio incômodo, pesado demais para um lugar que um dia lhe parecera tão familiar.
Uma das empregadas o viu e se apressou em recebê-lo.
— Senhor Henrique, o senhor voltou.
Henrique não respondeu.
Subiu direto para o quarto.
Ao abrir a porta, deixou o olhar percorrer o ambiente e imediatamente percebeu que alguma coisa estava diferente.
Foi até o closet e abriu o armário.
O espaço onde antes ficavam as roupas de Tatiane estava completamente vazio.
Henrique permaneceu parado diante dele por alguns segundos, sem qualquer reação aparente.
Depois, caminhou até a penteadeira.
Nas vitrines de vidro, as joias que comprara para Tatiane continuavam exatamente onde sempre estiveram, intactas, novas em folha, como se nunca tivessem sido usadas.
Ele as encarou em silêncio por um longo momento.
Então soltou uma risada baixa, amarga.
Voltou para o quarto, deitou-se na cama e fechou os olhos.
Às sete da noite, Henrique estacionou um Bugatti Veyron diante da entrada de um clube privado de alto padrão.
Saiu do carro, jogou a chave para o manobrista e entrou no prédio com uma das mãos no bolso.
— Rick.
Henrique parou e se virou.
André vinha em sua direção.
Ele havia ligado mais cedo naquele dia.
Quando se aproximou, examinou Henrique de cima a baixo e lhe deu um leve tapa no ombro.
— Você emagreceu bastante. Está até mais abatido do que antes. Pelo visto, até você tem limite. Precisa desacelerar um pouco, descansar e se recuperar.
Henrique apenas soltou um som baixo em resposta e tornou a andar.
— Vamos.
André seguiu ao lado dele.
— Ouvi dizer que você e a Tati se divorciaram oficialmente.
Henrique não demonstrou qualquer reação.
— Desde quando você se interessa tanto por fofoca?
André suspirou.
— Isso não é fofoca. É uma coisa séria.
Henrique permaneceu calado.
André lançou um olhar de lado para o perfil rígido do amigo.


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Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora
Tá tedioso! Estou pulando capítulos. Devia encerrar logo....
Alguem aqui que possa fazer a autora desse livro entender que ja esta INSUPORTÁVEL a leitura??? E que acredito q ninguem aguenta mais tanta chatuce q nao chega a lugar NENHUM???? Henrique um executivo imponente ate lguns capitulos atras, agora parece um adolescente de 15 anos atras dessa CHATA da Tatiane?????...
Esse livro NAO ACABA NUNCA???? JA ESTA MUITO CHATO e eu nao posso parar de ler pq ja gastei muito tempo e dinheiro....Que chatice!!!! Pelo mor de Deus, da um tom de romance entre Henrique e Tatiane. Que por sinal, ela está muito irritante isso sim......
A narrativa não muda então pulo alguns capítulos. Não sei se o autores quer que ela fica com o Leandro ou o Henrique ou se ela quer ficar sozinha, pq ela não parece ter sentimento por ninguém....
Eu decidi que, assim que abarem essas moedas que comprei, vou parar de ler esse romance, chato pra c@r@1ho...
A autora poderia mudar um pouco essa narrativa. Tatiane sempre fria e com poucas palavras. Henrique não consegue falar de sentimentos e enquanto isso a história da voltas e mais voltas e não sair do lugar......
Está na hora do Henrique se declarar né? Pelo amor de Dus que enrola. Eu nunca me casaria somente pela filha. Tem que ter sentimentos. Espero que no próximo capítulo Henrique se declare e deixe Tati abalada. Aí sim tudo pode mudar. Ela grávida e ele se declarando temos 2 pontos....
4 capítulos inteiros pra uma briga de garagem no prédio sem sentido entre Henrique e Leandro. O Autor está enchendo linguiça só pode !!!!!!...
Que capítulos são esses? Sem nada a acrescentar...estou quase desistindo desse livro....
Quando esse livro vai acabar pelo amor de Deussss, ta ficando entediante 🙄...