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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 395

— Nossa menina torceu o pé na escola, vou levá-la ao hospital para dar uma olhada. — Gustavo Goulart disse com um tom indiferente.

O professor de educação física ao lado ficou imediatamente tenso e tentou se explicar:

— Sr. Gustavo, eu não sabia que ela realmente tinha torcido o pé. Como ela mentiu da última vez, eu acabei achando que...

Gustavo lançou-lhe um olhar gélido.

O professor calou a boca na mesma hora, perdendo até mesmo a coragem de encará-lo.

Gustavo virou-se para Miriam, que estava ao seu lado:

— Já solicitou as imagens das câmeras de segurança? Aqueles alunos que fizeram bullying com a Clara, já foram todos identificados?

O diretor da escola interveio apressadamente:

— Não é para tanto, foi apenas uma brincadeira de criança...

— Apenas uma brincadeira? — Gustavo questionou, o tom perigoso.

Miriam respondeu:

— Sr. Gustavo, já estou com as imagens. Devemos chamar a polícia?

Ao ver crianças muito maiores intimidando Clara, Miriam também quase explodiu de raiva. Sendo mãe, era impossível ver uma cena daquelas e não se colocar no lugar da criança. Se fosse o filho dela sendo humilhado daquele jeito, ela nem conseguia imaginar do que seria capaz de fazer.

Gustavo voltou o olhar para o diretor:

— Sou um homem que guarda muito rancor. Você decide: ou chama os pais dessas crianças aqui agora para resolvermos isso, ou eu chamo a polícia.

O diretor enxugou o suor que escorria pela testa e ordenou imediatamente que o professor responsável ligasse para os pais dos alunos encrenqueiros.

Um dos meninos se chamava Peri. Como seus pais não podiam comparecer, quem apareceu foi o tio do garoto. Ele reclamou com o diretor, visivelmente insatisfeito:

— Meu sobrinho estava só brincando com a menina, e vocês vêm colocar o rótulo de bullying nele? Vocês têm ideia do impacto que isso pode ter na saúde mental de uma criança? Não quero saber, vocês têm que fazer a outra parte nos pedir desculpas.

Ele já sabia, através do sobrinho, que a tal Clara vinha de uma família muito humilde, por isso não deu a menor importância a ela ou aos seus responsáveis.

O diretor hesitou, sem saber como explicar a situação, mas Gustavo tomou a frente:

— A nossa menina é quem sofre a agressão, e nós é que precisamos pedir desculpas? Essa é nova para mim.

O tio de Peri era dono de uma empresa pequena e não fazia ideia de quem era Gustavo, mantendo sua postura arrogante.

Capítulo 395 1

Capítulo 395 2

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