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Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê romance Capítulo 1287

Na riqueza e na pobreza, até o fim dos tempos.

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Afonso segurou a mão de Naiara e caminhou até Magnus.

— Pai, assim que voltarmos para Rio Belo, irei formalmente à sua casa pedir a mão dela. O senhor permite?

Magnus estava prestes a abrir a boca quando foi interrompido por uma tosse proposital de Heloísa.

Ela lhe lançou um olhar significativo.

Magnus sorriu, compreendendo.

— Você armou um espetáculo desse tamanho, o país inteiro já sabe que você vai se casar com a minha filha... Eu me atreveria a dizer não?

— Obrigado, pai.

Naiara se jogou nos braços do general.

— Pai!

Ele a abraçou com delicadeza, o coração transbordando de emoção.

— Ainda bem que não foi tarde demais.

— O que não foi tarde demais? — perguntou Naiara.

— Nós nos reconhecermos como pai e filha. Pelo menos, eu poderei estar presente no dia mais importante da sua vida.

Poder conduzir a filha pelo altar e entregá-la pessoalmente ao homem de sua vida.

Os céus haviam sido realmente generosos com Magnus.

Abençoaram-no com uma filha tão maravilhosa.

"Você deve estar vendo isso lá de cima, não é, meu amor?", pensou ele. "Nossa filha é muito feliz. Você pode descansar em paz."

Naiara fungou, secou as lágrimas e virou-se para abraçar Heloísa.

— Heloísa.

— Querida, não chore mais — disse a madrasta, com a voz suave. — Senão você vai acordar com os olhos muito inchados amanhã.

Naiara transbordava gratidão.

— Heloísa, obrigada.

Obrigada por me tratar como uma filha de sangue.

Obrigada pela sua generosidade e compaixão incondicionais.

Em seguida, Naiara foi até Cássio e o abraçou fortemente.

— Irmão!

Cássio sorriu levemente.

— Quando você me ligou mais cedo, eu quase dei com a língua nos dentes. Nunca contei uma mentira a vida toda, e a única vez que fiz isso, foi logo com você.

— Que não se repita! — brincou Naiara.

— Combinado. Eu juro, nunca mais vou mentir para a minha irmãzinha.

Naiara enxugou o rosto e caminhou em direção a Belmira e Leonardo.

— Madrinha, padrinho.

Belmira já chorava rios de emoção.

— Minha querida, minha menina.

Leonardo afagou a cabeça dela.

— A partir de agora, o futuro da nossa afilhada será apenas de paz e felicidade.

De repente, Pedro aproximou-se emburrado.

— Irmã, acho que você se esqueceu de mim.

— Hã?

Pedro fez bico, ofendido.

— Você não me abraçou.

Naiara soltou uma gargalhada e abriu os braços.

Pedro hesitou por um segundo, mal acreditando.

— Esta é a primeira vez que você me abraça, Naiara.

— E se eu te abraçar com mais frequência de agora em diante?

— Seria ótimo.

— Negativo!

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