Na riqueza e na pobreza, até o fim dos tempos.
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Afonso segurou a mão de Naiara e caminhou até Magnus.
— Pai, assim que voltarmos para Rio Belo, irei formalmente à sua casa pedir a mão dela. O senhor permite?
Magnus estava prestes a abrir a boca quando foi interrompido por uma tosse proposital de Heloísa.
Ela lhe lançou um olhar significativo.
Magnus sorriu, compreendendo.
— Você armou um espetáculo desse tamanho, o país inteiro já sabe que você vai se casar com a minha filha... Eu me atreveria a dizer não?
— Obrigado, pai.
Naiara se jogou nos braços do general.
— Pai!
Ele a abraçou com delicadeza, o coração transbordando de emoção.
— Ainda bem que não foi tarde demais.
— O que não foi tarde demais? — perguntou Naiara.
— Nós nos reconhecermos como pai e filha. Pelo menos, eu poderei estar presente no dia mais importante da sua vida.
Poder conduzir a filha pelo altar e entregá-la pessoalmente ao homem de sua vida.
Os céus haviam sido realmente generosos com Magnus.
Abençoaram-no com uma filha tão maravilhosa.
"Você deve estar vendo isso lá de cima, não é, meu amor?", pensou ele. "Nossa filha é muito feliz. Você pode descansar em paz."
Naiara fungou, secou as lágrimas e virou-se para abraçar Heloísa.
— Heloísa.
— Querida, não chore mais — disse a madrasta, com a voz suave. — Senão você vai acordar com os olhos muito inchados amanhã.
Naiara transbordava gratidão.
— Heloísa, obrigada.
Obrigada por me tratar como uma filha de sangue.
Obrigada pela sua generosidade e compaixão incondicionais.
Em seguida, Naiara foi até Cássio e o abraçou fortemente.
— Irmão!
Cássio sorriu levemente.
— Quando você me ligou mais cedo, eu quase dei com a língua nos dentes. Nunca contei uma mentira a vida toda, e a única vez que fiz isso, foi logo com você.
— Que não se repita! — brincou Naiara.
— Combinado. Eu juro, nunca mais vou mentir para a minha irmãzinha.
Naiara enxugou o rosto e caminhou em direção a Belmira e Leonardo.
— Madrinha, padrinho.
Belmira já chorava rios de emoção.
— Minha querida, minha menina.
Leonardo afagou a cabeça dela.
— A partir de agora, o futuro da nossa afilhada será apenas de paz e felicidade.
De repente, Pedro aproximou-se emburrado.
— Irmã, acho que você se esqueceu de mim.
— Hã?
Pedro fez bico, ofendido.
— Você não me abraçou.
Naiara soltou uma gargalhada e abriu os braços.
Pedro hesitou por um segundo, mal acreditando.
— Esta é a primeira vez que você me abraça, Naiara.
— E se eu te abraçar com mais frequência de agora em diante?
— Seria ótimo.
— Negativo!

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Emprestar o Meu Marido pra Ter um Bebê
O livro termina nesse capitulo??...
Cadê as atualizações?...
Não vai mais atualizar os capitulos?...
Como consigo os capítulos completos?...
como consigo ler todos os capitulos...