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Entre Lobos: Vínculo do Destino romance Capítulo 28

MATTHEW

Assim que Emily se transformou, Sky colocou a cabeça sobre o colo dela e ficou recebendo seu carinho, mesmo sabendo que eu estava muito chateado com nossa companheira.

— Você sabe que em algum momento vamos precisar conversar, né? Você não vai ficar se escondendo o tempo todo atrás do seu lobo. Ele é muito lindo, mas é com você que quero falar.

Não podia me esconder atrás de Sky durante o tempo que permanecêssemos ali. De certa forma, ela estava certa, precisávamos conversar. Afastei-me um pouco para que a transformação não a machucasse e voltei à minha forma humana, sentando ao seu lado. Mas também não disse nada.

— Sei que você está temeroso pelo que pode acontecer, mas pelo que meu pai disse, não existe outra opção, meu amor. Eu preciso estar pronta e preciso enfrentar meu destino. Não posso fugir dele.

— Eu sei, Emily. Não estou pedindo para você se esconder, mas para não se colocar em risco. A informação é muito vaga. Sabe quantas vezes um lobo tem uma segunda chance? — Ela apenas negou com um aceno. — Eu também não, porque nunca vi isso acontecer. Por isso, não quero abdicar da minha.

— Tudo bem, Matthew. Prometo que não me colocarei em um risco desnecessário, mas quero fazer um pedido... por favor, não vamos brigar no processo. Vamos tentar nos entender sem precisar nos descontrolar ao extremo. — Ela me olhou, esperando minha resposta.

— Me desculpe! Prometo que tentarei não agir mais assim. No entanto, às vezes é impossível conter a raiva, principalmente quando o assunto coloca em risco sua segurança. — Admiti. Ela veio até mim e beijou-me.

Ficar com ela ali, ao ar livre, sozinhos e sem roupas, era uma fórmula para a temperatura subir. Aprofundei nosso beijo e, em seguida, puxei-a para meu colo. Ela montou em mim, enquanto nos beijávamos.

— Emily, preciso estar dentro de você. — Acabei admitindo.

— O que está te impedindo de me ter? — Ela perguntou, com um sorriso descarado no rosto.

Voltamos a nos beijar, e ela podia sentir minha ereção pressionando sua bunda, o que a fez sorrir contra minha boca. Desci os lábios pelo seu pescoço e passei a língua em sua marca. Aquilo elevou nosso momento para outro nível, e sabia do efeito que isso tinha sobre ela.

Emily inclinou-se um pouco para trás e assim pude descer com meus beijos para seus seios e rapidamente os estava devorando. Nossas únicas testemunhas eram os pequenos animais que circulavam sem se preocupar conosco. Estávamos famintos um pelo outro.

Coloquei as mãos em seu quadril, elevando-a um pouco. Assim que ela desceu, meu membro começou a deslizar para dentro dela, proporcionando-me a melhor sensação do mundo. Logo estávamos nos movimentando enquanto continuava a devorar seus seios. Nossos movimentos eram lentos, porém profundos.

Levei minhas mãos até sua bunda, apertando cada parte dela e abrindo-a ainda mais para poder ir mais fundo, e ela gostou daquela sensação. Estava quase enlouquecendo com tudo aquilo. Estava possuindo Emily como nunca a tive antes. Nossos momentos sempre foram intensos, mas nesse momento estávamos em outro nível.

Selvagem era a palavra que definiria bem esse momento. Estávamos no meio da floresta, sem ninguém que pudesse nos escutar. Seus gemidos mais pareciam súplicas para que eu fosse mais fundo, e não perdi tempo. Quando Emily se entregava a mim, ela era mais contida, mas depois que a marquei, nossos momentos estavam ficando cada vez melhores.

Ela não tinha mais pudor de se entregar, e aquilo era uma sensação maravilhosa. Enquanto estávamos ali perdidos naquele momento, minhas mãos segurando sua bunda, o suor fez com que meu dedo deslizasse um pouco mais, encontrando aquele local ainda intocado por mim. Ela se contraiu inteira, apertando meu membro de uma forma que quase me fez gozar antes da hora. Nossos olhares se encontraram, seus olhos estavam dourados e vi selvageria neles, um convite para meu lobo.

Meus movimentos se tornaram mais intensos, e Emily parecia que desmoronaria a qualquer momento, então empurrei um pouco mais meu dedo e ali foi a perdição de nós dois. Ela contraiu meu membro de uma maneira que foi impossível não gozar, mas aquele foi um dos melhores momentos que já tivemos. Estávamos completamente molhados de suor e exaustos pelo que aconteceu.

— O que você acha de um mergulho no rio? — Perguntei.

— Não sei se tenho forças para isso! — Ela falou, toda manhosa.

— Vem, eu te levo até lá.

Então a tirei de cima de mim, me levantando em seguida e logo a pegando nos braços. Assim que seus pés tocaram a água, ela começou a gritar que estava frio, querendo desistir da ideia, mas agora era tarde demais. Mergulhei com ela ainda em meus braços. Ela se levantou, me batendo, enquanto eu ria pelo desespero dela com a água fria. Puxei-a para mim, beijando-a logo em seguida. Aquela foi a melhor maneira de fazermos as pazes. Sexo selvagem e um bom banho frio no rio.

Após aquele momento, nos transformamos e seguimos para onde estavam nossos amigos. Emily havia guardado a roupa que estava vestida, mas quando me transformei, não pensei muito nisso, então tive que fazer uma parada para providenciar outras roupas.

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