MATTHEW
Sky assumiu o controle e recusou-se a me devolvê-lo. Quando percebi, ele estava marcando-a novamente como sua e trazendo sua loba à tona. Ele prendeu o corpo dela contra o nosso e encarou-a.
— Fique longe dele ou não responderei por mim! — Ele falou com uma voz animalesca.
Parecia que ele ainda não entendia que a loba dela não se submeteria a ele daquela maneira. Ela tentou se soltar, mas ele a prendeu, encarando-a, e quando percebeu o sangue escorrendo em seu ombro, levou a boca até ali e lambeu, fechando aquela ferida, enquanto aquela loba choramingava.
Sky saiu do box, deixando Emily totalmente desnorteada. Ela tentou acalmá-lo com sexo, e ele deixou-a frustrada como lição. Se ela tivesse me dado ouvido sobre esse tal de Eric, teria evitado tudo isso. Consegui o controle sobre meu corpo novamente, mas não iria contra ele.
Ao sair do banheiro e fechar a porta, escutei que algo foi arremessado contra ela e aquilo me fez sorrir. Sky alcançou seu objetivo. Ela estava totalmente frustrada e esperávamos que tivesse aprendido a lição.
Coloquei uma roupa e desci, agora mais calmo. Quando cheguei à cozinha, todos estavam sentados em uma conversa animada. Eric me encarou e olhou para além de mim para verificar se Emily estava presente, porém ela não havia descido comigo. Ele estava testando minha paciência.
— Cadê Emily, Matthew? — Sua mãe perguntou.
— Terminando seu banho, acredito que em breve ela esteja aqui. — Respondi, e ela pediu para eu me sentar.
Percebi o Sr. Jacke encarando Eric, e apenas nesse momento ele desviou o olhar de mim, encarando a xícara à sua frente. O avô de Emily me olhou e fez um pequeno movimento de cabeça, se desculpando por aquilo.
Assim que Emily chegou onde estávamos, seu humor era perceptível, mas ela tentou disfarçar para seus pais. No entanto, sua mãe a conhecia muito bem e a questionou sobre o que aconteceu, e minha companheira respondeu ser apenas uma dor de cabeça, quase me fazendo sorrir de seu aborrecimento.
Percebi Eric farejando o ar, provavelmente identificando que Sky marcou aquela fêmea como sua, mais uma vez. Ele me encarou novamente, e logo seu olhar mudou para Emily. Percebi sua tensão através de seus punhos fechados sobre a mesa. Aquele idiota podia farejar a quem aquela loba pertencia.
— Você quer café, amor? — Perguntei, agindo normalmente com ela, que me ignorou, pegando o suco.
Aquilo me fez sorrir. Ela comeu em silêncio, enquanto todos conversavam animadamente. Lara estava entre seus pais, sendo mimada de todas as formas possíveis. Desta forma, levei minha mão até sua coxa, disfarçadamente. No entanto, ela abaixou a própria mão e retirou a minha.
Não desistiria tão facilmente. Enquanto ela continuava se alimentando, levei minha mão ali novamente e subi até sua intimidade. Observei a cor da minha mulher mudando, enquanto seu pai me questionava sobre algo. Vez ou outra, movimentava meu dedo e observava Emily suspirar.
Assim que ela terminou seu sanduíche, pediu licença e levantou-se da mesa, dizendo precisar ir ao banheiro. Após mais alguns minutos, também me levantei, pedindo licença, informando que iria verificar se minha mulher estava bem.
Quando cheguei ao quarto, ela estava no banheiro, mas a porta estava trancada. O que essa mulher pensava em fazer? Se dá prazer para aliviar aquela tensão? Bati na porta.
— Emily, abra essa porta. — Ordenei.
— Suma daqui, Matthew. — Ela gritou.
— Posso te ajudar, se você pedir.
— Vá à merda, seu lobo idiota! — Aquilo me fez sorrir.
— Sério que você vai ficar chateada porque usei seu jogo contra você mesma? Você que deu início a isso, Emily.
Naquele momento, a porta se abriu. Ela encarou-me e eu tinha um sorrisinho no rosto. Sua fisionomia mostrava que ela não estava brincando.
— Eu. Fiz. Aquilo. Para. Seu. Lobo. Não. Fazer. Merda. Na. Frente. De. Meus. Pais. — Ela pontuou cada palavra com raiva.
— Você não pode tentar fazer meu lobo se submeter a você com sexo, Emily. Eu tinha o direito de quebrar a cara daquele imbecil. Ele sabia que você pertencia a mim, e ainda assim cruzou uma linha.
— E o que você queria, seu idiota? Se transformar e ir lá tomar satisfação com meus pais a alguns metros de vocês? O que você explicaria depois? — Ela tentou passar por mim, mas aquilo já tinha ido longe demais.
Eu a segurei pelo braço, puxando-a para mim, e seu corpo chocou-se com o meu. Eu tentei beijá-la, mas ela virou seu rosto, e aquilo só me provocou. Derrubei-a na cama e ela tentou lutar contra mim, eu já tinha ganhado. Meu joelho foi para o meio de suas pernas, muito próximo de sua intimidade.
Suas mãos estavam presas acima de sua cabeça e eu tinha um sorriso no rosto. Forcei meu joelho contra sua intimidade, e ela suspirou com aquele movimento. Levei minha boca até seu seio esquerdo e, ainda por cima de sua blusa, eu o mordi levemente. Emily já estava entregue a mim.
Seu corpo desejava meu toque, e resolvi acabar com aquele castigo idiota, possuindo-a ali naquela cama de forma rápida, porém profunda. Rasguei sua calcinha e rapidamente estava dentro dela, fazendo-a gemer baixinho para mim e pedindo para ir mais rápido. Não demorou para ela encontrar seu clímax, apertando meu membro enquanto gozava.
— Está se sentindo melhor agora? — Perguntei com um sorriso, enquanto saia de dentro dela.
— Você é um idiota, Matthew! — Ela disse, agora com um sorriso no rosto.

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