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ENTRE O AMOR E O ÓDIO romance Capítulo 217

Após contemplar Rebecca por longos minutos, com seu coração pulsando em ritmo acelerado pela alegria de estar finalmente com a mulher que ama e a sua família completa, sem ameaças à vista, Alex se enche de felicidade. Com sorrisos radiantes, ele se encaminha para o banheiro para realizar sua higiene pessoal. Ao retornar, fica surpreso ao deparar-se com Rebecca, sentada sensualmente na cama, vestindo apenas uma lingerie branca. Ela o observa maliciosamente e sorri, enquanto seus olhos percorrem o abdômen dele.

— Acredito que deveríamos retomar a academia para recuperarmos nossa boa forma, meu amor. — Provoca, arrancando um sorriso dele. — Mas que tal fazermos alguns exercícios agora? — Sugere com um sorriso sugestivo.

Alex se aproxima da cama e senta-se diante dela, contemplando o olhar de desejo que ela carrega. Ele desliza suas mãos pelo contorno do corpo dela, detendo-se nos braços e observando atentamente algumas cicatrizes da noite aterrorizante compartilhada. Absorto em pensamentos, Rebecca ergue suas mãos até o rosto dele, forçando-o a encará-la.

— Isso já passou, meu amor. Estou bem. Estamos bem, finalmente juntos. — Conclui, selando os lábios dele com um beijo. — Eu te amo, Alex. Você me devolveu a paz ao retornar para nós. Por favor, me lembre como é ser sua. — Sussurra, beijando-o novamente com uma paixão crescente.

Alex a deita na cama, acariciando cada centímetro do corpo dela com mãos que transmitem desejo. Ele a beija intensamente, retirando suavemente o sutiã, acariciando os mamilos e arrancando suspiros profundos dos lábios dela. Distribui beijos pelo corpo, explorando cada cicatriz evidente, tocando com suavidade a pele da mulher que tanto ama. Seus lábios se perdem nos seios dela, enquanto usa a mão para acariciar a intimidade por cima do fino tecido da calcinha. Rebecca responde a cada toque dele, entregando-se ao prazer que ele proporciona.

Entre carícias delicadas, beijos apaixonados e gemidos excitantes de Rebecca, Alex levanta-se e se despe. Ele se aproxima dela, removendo a calcinha sob o olhar repleto de desejos de Rebecca. Deita-se sobre ela e envolve seus lábios num beijo envolvente, usando as mãos para estimulá-la de forma intensa e provocativa. Rebecca geme entre os beijos e o olhar dela, que suplica por mais, incendeia o desejo de Alex.

Ele a penetra com movimentos lentos, sentindo-a apertá-lo, enquanto desliza suas mãos pelo corpo dela com uma ternura que contrasta com a crescente intensidade do momento. À medida que os gemidos de prazer dela ecoam pelo quarto, os movimentos de Alex se tornam mais ousados e profundos, proporcionando ondas de prazer intensas a Rebecca.

— Alex. — Sussurra, encarando-o intensamente. — Eu te amo. — Conclui, tendo seus lábios tomados por ele em uma fusão de emoções.

Eles persistem na troca de beijos e carícias, onde o amor se destaca e se entrelaça com o desejo que os envolve. Rebecca aperta as costas dele com força, seu corpo se contraindo em resposta ao prazer que os domina. Os gemidos crescem em intensidade e Alex a beija apaixonadamente enquanto ela atinge o ápice do prazer. Alex mantém a intensidade, atingindo o próprio clímax. Em seguida, deita-se ao lado dela, segurando sua mão e depositando um beijo suave.

— Isso foi rápido. — Brinca, arrancando um sorriso dele. — Mas te dou um desconto, você está enferrujado. — Provoca, ofegante, deitando a cabeça em seu peito, enquanto ele acaricia seus cabelos. Ambos se encontram imersos nas emoções intensas do momento. — Você não faz ideia do quanto estou feliz, de estar aqui nos teus braços, sentindo os teus toques. — Declara, deslizando a mão pelo peito dele e recebendo um beijo na cabeça em resposta. — Recupere o fôlego, porque daqui a pouco vamos continuar. — Conclui, entre risadas, seus olhos ainda refletindo o brilho do prazer compartilhado.

No calor daquele momento, aliado ao cansaço do dia, não demora até que Alex e Rebecca adormeçam. Na manhã seguinte, quando ela acorda, ele não está mais na cama. Rebecca faz sua higiene pessoal e encontra Alex sentado no chão da sala, com os filhos nos braços. Os gêmeos folheiam um livro e identificam as letras, contando uma história para o pai conforme a imaginação deles. Rebecca senta-se ao lado deles, apoiando a cabeça no ombro de Alex.

— Bom dia, meus amores.

— Bom dia, mamãe. — Respondem os gêmeos em uníssono, sorrisos brilhando em seus rostinhos.

— Vocês estão lendo para o papai? — A pergunta é acompanhada por um leve beijo nos lábios de Alex.

— Sim, mamãe. Estamos contando uma historinha para o papai. — Balbucia Olga, entregando o livro “Os Três Porquinhos” para Rebecca.

— Mamãe vai ler para vocês. — Afirma Rebecca, enquanto Alex se levanta e se encaminha para a cozinha.

Desde os primeiros anos, Alex e Rebecca nutrem o desenvolvimento dos gêmeos com histórias, estimulando suas mentes curiosas. Apesar de ainda não lerem por conta própria, os pequenos já dominam muitas palavras e conseguem escrever seus próprios nomes, bem como os de seus pais. A escolha de não pressionar os filhos em seu crescimento foi feita quando os gêmeos tinham apenas um ano e meio. Alex e Rebecca optaram por permitir que desfrutassem plenamente de cada fase da infância, sem imposições. Alguns minutos depois, Alex retorna à sala e conduz Rebecca até a sala de jantar, onde a mesa está posta para que ela possa desfrutar de seu café.

— Obrigada, meu amor. — Agradece, sentando-se à mesa e apreciando cada gole do café.

No meio da tarde, a família decide fazer um passeio até a cafeteria preferida de Rebecca. É o primeiro passeio deles como uma família plenamente unida e cada momento é vivido com encanto por Rebecca. A cada instante, ela tenta congelar a magia do momento em fotos em família, enquanto Alex, de maneira brincalhona, a provoca com caretas e colocando a língua para fora. Os gêmeos, radiantes de alegria, não demoram a imitar o pai.

— Olha quem achei aqui, a Srta. Rebecca Jenkins. Que prazer te ver. — Diz Natan ao se aproximar. — Como você está, Sr. Shaw? — Indaga e Alex responde com um leve sorriso.

— Ele está bem, ainda não pode falar. Mas chegaremos lá, não é, meu amor? — Questiona, sorrindo afetuosamente para Alex, que retribui o sorriso com cumplicidade.

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