À noite, Jaqueline estava dormindo profundamente quando de repente sentiu alguém sobre ela.
Ela se assustou e gritou:
— Ah!
— Sou eu. — Roberto tapou sua boca.
A luz do quarto foi acesa, Jaqueline viu o homem em cima dela e suspirou de alívio. Ela olhou para o relógio, era uma da manhã.
— Por que você voltou?
— É estranho eu voltar para casa? — Ele parecia ter bebido, seu corpo cheirava a álcool. Ele abaixou a cabeça e beijou seus lábios, enquanto suas mãos habilmente abriam sua camisola.
— Hmm... — Jaqueline quase usou toda sua força para empurrar Roberto, desesperadamente colocou a mão na boca dele. — Me solta!
Roberto agarrou suas mãos e as pressionou firmemente para os lados.
— O que foi, não quer mais que eu te toque?
— Você não estava com Ângela? Vai ficar com ela, por que voltou?
Esse homem achava que podia ter tudo? Ficar com Ângela até se cansar e depois voltar, e quando se cansasse de novo, podia ir para Ângela novamente. Onde já se viu uma coisa dessas?
— Eu preciso de um motivo para voltar para casa? — O tom de Roberto estava irritado, ele apertou o rosto dela com força. — Ainda não nos divorciamos, você ainda é minha esposa e tem que cumprir suas obrigações de esposa!
Sem dizer mais nada, ele voltou a beijar seus lábios.
— Me solta!
Jaqueline lutou com todas as suas forças, ela estava grávida e sentia que sua gravidez estava instável, não podia fazer aquilo.
— Não se mexa!
Ele não queria machucar ela, nunca a havia forçado antes, essa era praticamente a primeira vez!
Os dentes brancos do homem morderam o pescoço dela, Jaqueline fechou os olhos em resignação e disse com sarcasmo:
— Roberto, você acha que está sendo justo com a Ângela?
O homem parou seus movimentos abruptamente sobre ela e levantou a cabeça para olhar para o rosto pálido da mulher. Ela ergueu um sorriso sarcástico nos lábios e seus olhos escuros se fixaram nela com um olhar profundo.

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